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Cercina, nos arredores de Firenze

Como se não bastassem as belezas de Firenze, a cidade oferece outra vantagem aos visitantes e moradores: é circundada de locais verdes. Há pouco tempo voltamos a Cercina com a minha família, um lugarzinho que lembra uma fazenda, longe do caos urbano, do ritmo frenético do dia-a-dia e da poluição e do barulho provocados pelo trânsito. Um dos motivos que nos levou a escolher Cercina para o passeio dominical é que ali fica o Parque Territorial de Monte Morello,  onde as crianças podem ter contato com diversas espécies animais, como cavalos, bois, porcos, aves e ovelhas, como se estivessem em uma fazenda. Venha dar uma olhada na beleza de lugar para onde  te levo hoje:

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Cercina fica em Sesto Fiorentino, perto de Monte Morello, sobre as colinas ao norte de Firenze. Em estilo românico, a Pieve de Sant’Andrea é foi consagrada do ano de 880, tendo sido modificada no século XV

Cercina é um cantinho tranquilo e bucólico, onde em um percurso de 15 minutos de carro podemos deixar para trás todas as características de uma cidade que funciona a todo vapor. Aqui é a natureza que nos encanta, com a típica paisagem das colinas fiorentinas, com oliveiras e bosques, onde poucas casas colônicas, igrejas e construções históricas que emolduram o cenário.

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Aqui se respira ar puro em um lugar sereno e sossegado. E a vantagem é que Cercina fica a poucos quilômetros de Firenze

Com poucas casas baixas e sem edificações, é um lugar que ainda conserva características de uma civilização antiga. Localidade com grande passado cultural, em meio ao verde das oliveiras no Parque Terzolle. Muito gostoso fazer uma caminhada ao ar livre enquanto se explora as belezas da região. 

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E em Cercina tem uma fazendinha.

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Depois do passeio fomos ao restaurante I Ricchi, que fica na região e proporciona além de excelentes pratos toscanos, uma vista espetacular de Firenze. No menu pratos típicos de massa, além de opções saborosas e muito bem feitas de bistecca fiorentina, carnes de coelho, javali e carnes na brasa . Se quiser extrapolar na pedida, aqui vai: “Il fritto alla ragnatela”, famoso prato da casa, que consiste em uma abundante porção de frituras de frango, coelho, alcachofras e abobrinha.

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O que visitar em 2 dias em Firenze

O Grazie a te recebe um grande número de mensagens de pessoas interessadas numa programação de 2 em Firenze.   Neste post cito 15 locais que considero os mais interessantes para quem vem passar dois dias em Firenze e é claro, mesmo para quem nos acompanha de longe e gosta de imaginar o ritmo, os tons e os sabores dessa terra. Para não ficar extenso demais não vou me aprofundar na descrição das atrações, ok? Mas caprichei na quantidade de fotos:

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A maravilhosa piazza della Signoria

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O centro é dividido em 4 áreas históricas: Santa Maria Novella, San Giovanni , Santa Croce e Santo Spirito

Firenze ou Florença, o berço do Renascimento, tem arte em todos os cantos. Não deixe de observar sua arquitetura, igrejas, palácios, ruas e monumentos. Suas estradinhas, esquinas e bodegas  não podem passar despercebidos. A  cidade é pequena e uma volta a pé te permitirá passar praticamente por todos os locais mais interessantes e imperdíveis. Quando me perguntam quantos dias reservar para conhecer a cidade eu sugiro 3 ou 4 (isso depende do ritmo de cada um), mas se você dispõe de apenas 2, te ajudo com os 15 locais que considero os mais importantes para quem visita a cidade pela primeira vez.  Reserve meio-dia para o museu que mais te interessa e nos demais locais acontente-se em contemplar as fachadas.
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É obvio que em 2 dias você não terá tempo para entrar em todos os locais. Mas uma das vantagens desta linda cidade é que você poderá admirá-la circulando por suas praças, atravessando pontes e caminhando pelas ruelas

 

O que ver em 2 dias em Firenze

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1- Duomo de Firenze
De estilo gótico renascentista, a Catedral de Santa Maria del Fiore é uma obra que se estendeu por vários séculos e foi concluída em 1436. Sua famosa cúpula foi feita por um dos arquitetos da época, Filippo Brunelleschi. Na praça do Duomo encontram-se o batistério e a Torre de Giotto, de onde você poderá contemplar a cidade do alto.
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Um espetáculo: interior da cúpula de Brunelleschi com afresco de Giorgio Vasari e Federico Zuccari: obra de arte de cair o queixo

2- Piazza della Signoria
Aqui nesta enorme e elegante praça fica o Palazzo Vecchio,  sede da prefeitura da cidade. Na praça está a réplica da obra de Michelangelo. Contente-se com esta, pois a original está no museu da Accademia e a menos que conhecer o Davi não seja um dos motivos que te trouxeram à cidade, não tente incluir em seu curto roteiro pois pode não sobrar tempo para as outras atrações.

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Na Loggia dei Lanzi estão muitas famosas estátuas, como o Perseus, a mais reverenciada obra de Cellini

 

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3- Mercado Nuovo ou do Porcellino
Este é um mercadinho popular com artigos em couro e souvenirs. Ali fica a famosa estátua de bronze de javali feita por Pietro Tacca. Apesar de não ser um porquinho (Porcellino) mas sim um javali, é um símbolo de superstição da cidade. Funciona assim: você pega a moeda e esfrega no focinho dele. Depois deve colocá-la na boca do javali e observar se cai no ralo. Se sim, é sinal de boa sorte e de que você retornará à cidade.
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4- Uffizi Gallery
O museu abriga as maiores obras primas renascentistas do mundo e é dividida em cerca de cinquenta salas ou ambientes, nomeadas geralmente pelo artista mais importante exposto. Existem salas dedicadas a Leonardo da Vinci e Rafael Sanzio e dentre as obras mais procuradas estão a Primavera e o Nascimento da Vênus, de Botticelli. A fila é sempre muito grande e sugiro adquirir os bilhetes com antecedência. Este é o site oficial do museu. Atenção: a menos que você visite apenas obras já selecionadas, este é um programa demorado. Reserve no mínimo 2 horas para passear pelos corredores do museu.
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5- Ponte Vecchio
A ponte é um dos símbolos de Firenze e uma das mais famosas do mundo. Fica bem pertinho da galeria Uffizi, e é uma construção do século XII. Esta é a única ponte original da cidade que foi poupada dos bombardeios alemães durante até a Segunda Guerra Mundial.
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Avistamos a Ponte Vecchio e o Corredor Vasariano de uma das salas da Galleria degli Uffizi

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Praticamente todas as lojas da ponte Vecchio vendem artigos em ouro. O local rende excelentes da cidade. No meio da ponte, existe um monumento em homenagem a Benvenuto Cellini, que foi um dos ourives mais importantes de Firenze

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Um pintor reproduz em suas pinturas as cores alegres da Ponte Vecchio

6- Piazza della Repubblica
Esta é a minha praça favorita da cidade! Circundada de lojas, restaurantes e históricos cafés, esta praça é a mais antiga da cidade. O Arco do Triunfo  é uma construção do século XIX. O carrossel rende a praça ainda mais animada e muitos artistas de rua se apresentam por ali tornando o local ainda mais charmoso e interessante.
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O carrossel de Firenze é do início do século 19. Traz os símbolos dos 4 bairros da cidade: Santa Maria Novella, Santa Croce, San Giovanni e Santo Spirito

7-Palazzo Strozzi
O Palazzo Strozzi fica a dois minutos da Piazza della Repubblica e é uma autêntica obra de arquitetura renascentista, construído entre 1489 e 1538. No primeiro andar do Palazzo Strozzi funciona uma galeria de arte, com importantes mostras de arte contemporânea.

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8- Igreja de Santa Maria Novella
A igreja de Santa Maria Novella  fica na praça que leva seu nome. Estão próximas à estação central de trem de Firenze. A igreja é uma das mais bonitas da cidade e guarda obras de Giotto, Masaccio e Ghirlandaio. Foi projetada por dois frades dominicanos e a construção começou no meio século XIII. Clique aqui para mais informações.
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Leon Battista Alberti projetou a parte superior da fachada, completada em 1470, incrustada em mármore preto e branco

9 – Igreja de San Lorenzo
Esta é outra obra do início do renascimento e foi concebida por um dos maiores arquitetos da época, Filippo Brunelleschi. Integrada ao centro histórico da cidade, o local é classificado Patrimônio  Mundial pela Unesco. Nos arredores da igreja está o Mercado Central de San Lorenzo que foi recentemente reformado. Podemos dizer que esta é a feira de frutas, verduras e produtos frescos frequentada pelos fiorentinos e acho válido entrar para observar seus costumes. Falamos aqui sobre o local.

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10- Igreja de Santa Croce
Situada na praça Santa Croce, esta é a principal igreja franciscana de Firenze. Fica um pouco mais afastada de todas as outras atrações e por este motivo acaba sendo ignorada. Mas saindo do Duomo você vai gastar exatos dez minutos para chegar e vale a pena conferi-la. Nesta bela e suntuosa igreja estão enterrados Michelangelo, Galileo e Maquiavel. Foi consagrada em 1442 e muitas das suas capelas foram decoradas com afrescos de Giotto.  Clique aqui para mais informações.
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11-  Igreja de Santo Spirito
A igreja agostiniana que foi fundada em 1250 apresenta seu edifício atual projetado pelo arquiteto Brunelleschi, no ano de 1435. Diferente das demais igrejas da cidade, apresenta a parede lisa. Localizada na praça de mesmo nome na região de Oltrarno, este é um boêmio cantinho da cidade, reduto de estudantes, jovens e artesãos.  Já falamos um pouco sobre o local, confira aqui.
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A pracinha arborizada de Santo Spirito

 

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Comer um panino toscano com ingredientes locais é uma experiéncia que precisa ser vivenciada

 
   Dicas de hotéis:  escolha seu hotel clicando aqui
12- Via de Santo Spirito
O artesanato é marca registrada de Firenze. Você vai se encantar se passar pelas ruas de Santo Spirito e San Frediano, a região mais autêntica da cidade. Aqui você vai poder observar artesãos e designers atuando em suas bodegas: sapatos sob medida, bijuteria, objetos em madeira, molduras de quadro, joias, acessórios e artigos de decoração, ainda concebidos como antigamente, seguindo tradições que são passadas de geração a geração.
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13- Palazzo Pitti
Esta é a antiga residência da poderosa família Medici, e é uma grande construção renascentista. Atualmente abriga um complexo de museus.
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14- Jardim de Boboli
Atrás do palácio está o Jardim de Boboli, que é o parque mais famoso da cidade.
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15-Piazzale Michelangelo
Do alto da praça você terá um incrível panorama de toda a cidade. Aqui você encontrará outra réplica do Davi bem no centro da praça. Acho um lugar excelente para você fechar com chave de ouro a sua visita a Firenze!
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E se sobrar tempo saia caminhando para descobrir por conta própria o que Firenze pode te oferecer.  Bem perto da movimentação de turistas e cidadãos fiorentinos existem lugarzinhos mais tranquilos e bem característicos.

Nos arredores da Piazza della Passera, no Oltrarno

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E em hipótese alguma deixe de experimentar um sorvete aqui em Firenze. Com certeza você vai passar por diversas sorveterias mas para não errar, conte com a nossa ajuda na indicação, pois nós selecionamos os melhores endereços da cidade onde você poderá apreciar um delicioso gelato, dê uma olhada aqui.

 

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Piazza Ognissanti com a igreja ao fundo. Ficam do lado oposto à região de Santo Spirito, geralmente fora do roteiro dos turistas, apesar de estar a apenas a 5 minutos da ponte Vecchio. Beirando o Arno você chega até a praça, que fica pertinho da Ponte alla Carraia

 

Aqui o ônibus faz o passeio turístico passando pela ponte alla Carraia

Explorando Firenze – Existem muitas maneiras de conhecer a cidade. Aqui também existem os ônibus de turismo de 2 andares, o Citysightseeing Firenze, que dão uma volta passando pelas principais atrações e aqui na cidade eles fazem três itinerários diferentes. Para mais detalhes, clique aqui.  Você pode alugar os carrinhos elétricos e ter total liberdade de circular inclusive nas áreas limitadas ao tráfego (para aluguel:  piazza della Repubblica ou Duomo).  Se viajar com crianças, uma alternativa é uma volta de carruagem para dar à sua viagem um gostinho especial te permitindo reviver costumes do passado (meia-hora custa 50 euros).  Ou então alugar uma bicicleta e ir desvendando os locais de seu interesse. Firenze é uma cidade ideal para curte pedalar, inclusive ja escrevi um post a respeito,  clique  aqui para conferir.

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Outra alternativa: um passeio de barco no rio Arno, um jeito diferente de admirar as maravilhas da cidade. Parece uma boa pedida, concordam?

 

Caso você tenha interesse em fazer um passeio por aqui com uma guia brasileira ou fazer um ensaio fotográfico pelas ruas da cidade, favor enviar email para grazieateblog@gmail.com.

 

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Refeições ao ar livre

Mercado Central

Artesanato no Jardim Corsini, em Firenze

Os portões do jardim Corsini passam praticamente o ano inteiro fechados ao público e é difícil imaginar a beleza escondida por trás dos grandes muros que circundam o local, a poucos passos da estação central de trem de Firenze. Neste final de semana aconteceu a XX edição do Artigianato e Palazzo, uma exposição de alto nível onde um seleto número de artistas realizaram suas obras diante dos visitantes mostrando suas habilidades e tirando dúvidas sobre trabalhos feitos a mão. O maravilhoso jardim que abrigou o evento parece até com aqueles dos contos de fada…

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O ingresso custou 8 euros mas pela internet era possível adquirir por 6. Crianças até 12 anos entravam grátis

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Os stands – que imitavam as pequenas bodegas- foram colocados nas laterais da alameda central, na limonaia e ao fundo do jardim renascentista. O início da construção do Palácio projetado por Bernardo Buontalenti data de 1590

 

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Esta é a limonaia, local onde as plantas são colocadas nos meses de inverno

Desde 1620 o local pertence à família Corsini.

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Durante o evento o público pôde ver de perto a realização de peças feitas pelas mãos de um selecionado número de artesãos

 

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O jardim apreciado de uma janela da limonaia: maravilha de lugar!

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Artesanato de alta qualidade pelas mãos de grandes talentos: acessórios, sapatos sob medida, mosaicos, artigos em couro, vidro, ferro, pinturas, roupas, peças para decoração, cerâmica, pintura, escultura e produtos alimentícios.

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A proposta é valorizar a tradição do artesanato italiano que expressa qualidade, técnica e criatividade

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O jardim com estátuas em sua alameda apresenta canteiros geométricos e o espaço conta com 130 árvores de citrinos. É notável o delicioso perfume que se sente ao caminhar pelo parque, graças às flores de laranjeira e de jasmim

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Muito interessante poder conferir os artistas realizando as suas obras.

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A mostra contou com 91 participantes, sendo que quase em sua totalidade italianos

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Quanta habilidade! Takafumi Mochizuki mora em Firenze desde 2007 e este ano abriu sua bodega em San Frediano, onde realiza um minucioso trabalho com formas de sapato, cabides, chapéus e lâmpadas. Criações únicas e super peculiares

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Vamos passear mais um pouco?

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É impressionante a organização deste tipo de evento. Para entreter toda a família foram organizados vários tipos de atividade, como workshops e laboratórios para as crianças, que puderam desenvolver trabalhos manuais junto aos instrutores. Diariamente ao meio-dia acontecia um cooking show onde os chefs ensinavam diversas receitas. Sem contar com os espetáculos musicais com diversos ritmos diferentes a cada dia do evento.

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Apresentações de música no jardim ajudaram a criar uma atmosfera ainda mais gostosa em um dos cenários verdes decisivamente mais lindos da cidade

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Mas posso dizer que uma das estrelas do evento foi a cadelinha Terry, de Cristina Borges, interior designer e artesã, que expôs produtos para os pets. Impossível quem não se rendesse a sua gostosura. Ciumenta dos produtos que levam seu nome – Terry e Friends  – encrencava com outros amiguinhos que queriam experimentar as caminhas e os poufs. O trabalho da Cristina é lindo e foi muito bem recebido pelo público. Reparem na harmonia das cores e estampas que ela utiliza:

 

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Já Anna Boemi Bonino, que assina como Bisley Bonino, da Barely Necessary, desenvolve um trabalho espetacular com papel e o transforma em bijuteria, acrescentando outros materiais como vidro, plumas e até objetos encontrados nas praias. Bisley é carioca mas desde pequena mudou-se do Brasil. Depois de Nova York ela veio Para a Itália, onde está há vinte anos. É formada em Conservação de Bens Culturais na Universidade Genova e tem ateliê em Milão.

 

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Há 17 anos foi instituído o prêmio Perseo ao expositor mais apreciado pelo público. A Dandelion Firenze foi a vencedora do Prêmio Perseo do ano passado. E as peças são realmente apaixonantes. Este foi um dos meus stands preferidos! As duas estilistas se chamam Carlotta e transformam peças preciosas antigas em criações refinadas e atuais. Os brincos são super leves e este que a Carlotta (foto abaixo) está usando é com materiais que têm mais de cem anos.

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E o prêmio Perseo deste ano foi para o Laboratorio Elementi, de Maria Gioia e Giovanni Maffucci, de Pistoia. Eles realizam lâmpadas, vasos, jóias, quadros e pequenas esculturas em cerâmica inspiradas na natureza.

O escultor Paolo Benvenutti faturou o prêmio como artesão (menos de 35 anos) preferido do público.

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Ducio Mazzanti venceu o prêmio como o stand mais bonito, graças aos seus coloridos acessórios em plumas

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O evento terminou no domingo e foi fechado com chave de ouro: contou com mais de 11 mil visitantes. O encerramento contou com uma orquestra que se apresentou na Loggia di Palazzo Corsini sul Prato, onde foi feita a entrega dos prêmios aos participantes. Quem visita a cidade nesta época do ano não pode perder as diversas manifestações que acontecem em vários pontos da cidade…. Firenze na primavera é ainda mais fascinante!
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Giardino Corsini – Via della Scala
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Comendo bem e barato em Firenze

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Firenze é uma cidade onde se come bem. Mas, como em todo lugar, você pode entrar numa furada. Tenho recebido mensagens de pessoas que estão vindo passear e pedindo indicação de locais aqui em Firenze onde é possível comer bem e barato. Neste post dou dicas de locais econômicos, onde você vai gastar em média dez euros e se deliciar, seja com pratos bem feitos e caprichados ou com os típicos “panini” toscanos.
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Chiaroscuro – Este é um restaurante que oferece também o serviço de buffet e você mesmo pode montar o seu prato. Diariamente preparam uma grande variedade de verduras, massas e carnes e a comida é fresca e saborosa. Um prato de massa custa 6 euros e as opções de carne e vários acompanhamentos custam 7, 8 e 9 euros. Via del Corso, 13 r
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O que gosto de Firenze é que tem muitos restaurantes econômicos e com atendimento bom e eficiente. Alguns apresentam pratos já montados, como o Chiaro Scuro

Caffè Amerini – No Amerini tudo é muito gostoso e bem feito, além de ser um local bem original. Opções de pastas, pratos com carne e verduras e saladas bem caprichadas, além do crostoni  – aconselho!  Alessio, o proprietário, é disponível e simpático. Servem também café da manhã e um cafezinho com brioche custa 2 euros, enquanto um almoço com um prato principal de pasta custa 6 euros, o de carne custa 8 e dependendo do doce você vai pagar de 2 a 4 euros. Via della Vigna Nuova, 63 r.
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Aqui o várias opções de panini do Caffè Amerini. São deliciosos!

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Mix de frutas que é uma maravilha!

Colle Bereto – Este não é propriamente um restaurante, mas sim um coffee bar. Fica na charmosa Piazza Strozzi, ao lado da Louis Vuitton e   reúne gente do circuito fashion e a atmosfera no local é moderna e bem acolhedora. Agora que o frio foi embora, a pedida é uma mesa na parte externa, de onde você poderá apreciar as pessoas que circulam na região. Dentre as opções para almoço estão massas, pratos com carne, peixe ou frango, tentadores hambúrgueres e uma infinidade de saladas bem elaboradas e super gostosas. Não o selecionei por ser  um local barato, mas sim descolado e com pratos saborosos, além de uma alternativa para os turistas que não querem perder muito tempo em restaurantes.  Média de um prato de pasta ou salada: 14 euros.

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O ambiente do Il Santino é cool e costuma reunir pessoas bem descoladas, artistas que trabalham nos arredores e estudantes

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Il Santino. Esta é a versão do Il Santo Bevitore e na verdade lembra uma antiga bodega, com queijos e presuntos expostos num ambiente intimista formado por cerca de apenas 4 ou 5 mesinhas. Os pratos custam em torno de 5 euros. O menu é bastante variado e diariamente você vai encontrar cerca de dez opções. Experimentei pratos deliciosos, como a sopa de cebola, o tartare e o  bacalhau. Este é um de meus favoritos,  super indico! Via Santo Spirito, 60 r

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I Maledetti Toscani- Este é um local que conheci há pouco tempo. Se você quer comer um delicioso panino e não quer perder tempo e nem pagar muito, este é o local ideal. A focaccia é imperdível e você pode escolher salame, presunto ou verdura para o recheio, tudo de excelente qualidade. Recomendo uma especialidade: a schiacciata! Custa em média 3 euros e uma taça de vinho custa 1 euro. Fica perto da piazza della Signoria. Via dei Cerchi, 19 r

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Trailer Pollini – De acordo com amigos e com os guias de Firenze, aqui você vai encontrar o melhor panino di lampredotto (estômago bovino) da cidade, que custa apenas 3 euros. Você poderá até torcer o nariz para esta proposta, mas deixe de lado o preconceito, peça o seu pão acompanhado de uma taça de vinho ou uma cerveja (caso esteja quente), e deixe-se levar por essa experiência que certamente vai te surpreender. Simples, barato e tipicamente toscano. Você vai gastar cerca de 6 euros para um panino com uma taça de vinho. Via de’ Macci, 116 r

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La Spada – Esta é uma trattoria clássica, informal e bem cordial. No menu muitas especialidades toscanas e alguns pratos revisitados. O valor para um primo é de cerca seis euros. Os doces são divinos. Experimente o tiramisù que tenho certeza que não irá se arrepender! Spaghetti alla puttanesca,  grelhados e muitas verduras.  O prato de pasta sai por 6 euros. O local acaba de ser reformado e perdeu o ar rústico que tinha, mas mesmo assim é bem característico. Fica perto da praça de Santa Maria Novella.  Via della Spada, 62/R.

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Gustapanino – Outra excelente pedida para um panino ou focaccia com ingredientes frescos e também pratos da cozinha toscana. O panino custa cerca de 3,50 euros no esquema take-away. O ambiente é bem característico e muito charmoso, seja na parte interna como externa. Os móveis que decoram o ambiente são antigos e um diferente do outro, resultando numa típica bodega alimentar de outros tempos, que mantém a pintura original numa construção antiga. Procure pelo brasileiro Eduardo que certamente vai te atender com cordialidade e poderá te aconselhar na hora da escolha. Piazza Santo Spirito , 2/3 r
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Uma gracinha o Gustapanino

E para quem quiser um delicioso panino pode pegar a relação neste post onde informo onde comer panino em Firenze.  Tenho certeza que você vai adorar!

Anotou as nossas dicas? Depois conte pra gente sobre a sua experiência nesses locais.

Dicas de restaurantes em Firenze

Muitos leitores e amigos que vêm a Firenze me pedem dicas de restaurantes. A capital da Toscana tem opções para todos os gostos e bolsos e sua cozinha está entre as mais apreciadas do mundo. É um pecado você não comer bem por aqui!  Como a cidade é muito turística, muitos locais se aproveitam e cobram caro pela localização e não prezam pela qualidade da comida e muito menos pelo serviço. Hoje indico alguns endereços e falo um pouco do cardápio de cada um:
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De vez em quando recebo críticas referentes aos bares e restaurantes daqui e a maior bronca do pessoal é que não é bem atendido e  que os garçons estão longe de serem gentis e corteses. Ok, entendo perfeitamente. Não quero comprar briga com os italianos (na verdade, se voce perceber, muitos atendentes de bares e restaurantes são estrangeiros, mas isso não vem ao caso). Admito e reconheço: o serviço está longe de ser cortês como em países como Estados Unidos ou Inglaterra e simpático como no Brasil. Mas sabe o que compensa? A eficiência! E claro, todas as delícias da cozinha toscana que você vai saborear. Confesso que nunca tive problemas mas já presenciei algumas cenas completamente inaceitáveis em outro país. Mas uma questão a ser considerada é em relação à própria língua, que não é musical como a nossa. E também devido ao modo de falar e gesticular dos italianos que pode  fazê-los parecer sempre meio aborrecidos. Mas não são, acreditem.
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Para tentar te ajudar, sugiro algumas coisas: a primeira, o sorriso. Mesmo não sabendo o idioma você poderá conquistá-los mostrando bom humor. E segundo: não se chatear com o modo meio seco que eles costumam tratar. O problema não é com você. Outra coisa importante: evite chamar a atenção do garçom com o “psiu”. Jamais, em hipótese alguma o faça. E outro detalhe que pode ajudar: no momento de passar a ordem tenha certeza do que vai pedir. Evite ficar discutindo e perguntando aos seus amigos à mesa “será que peço isso ou aquilo?” com o garçom em pé ao seu lado. Com certeza você vai fazer o sujeito bufar.
Prontos para anotar as nossas dicas? Então vamos lá!!!
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Cibrèo – fica no centro histórico, na região de Sant’Anbrogio e apresenta  opções refinadas e de alta qualidade. Seu proprietário é o chef Fabio Picchi, referência no que diz respeito a pratos regionais da Toscana. Fabio investiu o seu sonho e a sua paixão na arte da gastronomia com criatividade e bom gosto. Não é barato e as porções são pequenas, mas deliciosas!!! Cibrèo – Via A. Del Verrocchio 8/r. Tem também o Caffè Cibrèo, na mesma rua e  Cibreino, em Via de’ Macci, 122 r
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Acho uma gracinha a decoração da Trattoria Zazà

 

Trattoria Zaza – Acredito ser um dos restaurantes mais turísticos e conhecidos da cidade. A primeira vez que visitei esta trattoria foi há quase 15 anos, em minha primeira visita a Firenze. Lembro que foi uma noite superagradável e descontraída, onde degustamos pratos típicos toscanos. Tudo bem preparado e com excelente atendimento. Quis voltar para comprovar se o que havia ficado gravado na memória ainda estava valendo. Voltei algumas vezes e sempre fiquei satisfeita. Para jantar, um casal gasta aproximadamente 40 euros para entradas e massa, com vinho incluído. Zaza -Piazza del Mercado Centrale, 26
Trattoria Marione – Cozinha típica fiorentina com costumes da velha trattoria toscana: serve pratos simples, com ingredientes frescos e genuínos e a preços econômicos. O local é apertado e barulhento mas o serviço rápido e eficiente. Se a intenção é uma refeição tranquila e romântica, esqueça. Marione – Via della Spada, 27 (próximo à  loja Roberto Cavalli)
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E para começar, não deixem de experimentar os “crostini” do Marione

Coco Lezzone –  Cozinha simples e ótima. A bistecca é uma das mais famosas de Firenze. Aqui, como na maioria dos restaurantes, o cardápio traz o valor de 100 gramas de carne (a bistecca em Firenze custa caro, cerca de 45 euros o quilo).  Ah, um conselho: se você não gosta de carne mal passada, melhor partir para outra opção e esquecer da bistecca. E nem sonhe em pedir para fazerem bem passada porque se ofendem e muito provavelmente não irão te contentar. Reserve seu apetite para o tiramissù feito em casa, é imperdível. Coco Lezzone – Via del Parioncino, 26 r (próximo à Piazza Rucellai )
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Le Antique Carrozze –  Tradicional cozinha toscana e também excelente pizza napolitana. Não deixe de pedir como entrada a focaccia da casa, que chegará quentinha à sua mesa. Um prato de pasta custa cerca de 7 euros. Le Antique Carrozze -Piazza Santa Trinità (em frente ao museu Ferragamo)

 

 

Agroturismo na Toscana com o conceito do Km 0

Este inverno aqui na Itália foi longo e de muita chuva. A gente esperava com muito entusiasmo por dias de sol neste início de primavera. E para celebrar a estação mais florida do ano escolhemos passar um final de semana em um agroturismo no Chianti. Estivemos no Andreini, que fica sobre as colinas de Siena, a cerca de uma hora de Firenze. E sabem o que mais despertou o nosso interesse, além do cenário exuberante da natureza local? Que todos os alimentos oferecidos pela família são produzidos no local: do vinho aos presuntos!

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Os Andreini são agricultores seneses que possuem um casarão colonial que foi reestruturado no final dos anos 80. Desde então criaram o agroturismo, um local ideal para quem busca tranquilidade em meio à natureza, passeios a pé, em bicicleta ou a cavalo. (Quem nos acompanha já deve ter lido sobre o conceito desse tipo de hospedagem aqui no blog).

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Mas o que nos chamou a atenção foi a proposta da família de oferecer todos os produtos preparados por eles, dentro do conceito “km 0”. Este movimento que começou aqui na Itália com o apoio dos apreciadores do slowfood busca a proximidade entre o produtor e o consumidor. Dessa forma ajuda a resgatar a dignidade do pequeno agricultor valorizando as práticas tradicionais. Isso significa que você vai consumir aquilo que a terra te oferece naquela região. Mais uma vez palmas para os que defendem suas tradições e prezam pela qualidade em detrimento à quantidade.

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A nossa viagem foi bem agradável. Mas também pudera, com um panorama desses!!!

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A dona Giulia em sua casa no momento de nossa chegada

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Cantinho charmoso na área externa da casa onde ficamos

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A família possui 80 hectares de terra onde desenvolvem uma agricultura peculiar e cultivam vinhedos e oliveiras, diversas plantas, frutas e verduras. Criam animais e são reconhecidos principalmente pela criação da carne chianina.

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O casal Andreini tem 3 filhas e quem nos recebeu tão carinhosamente foi a Mônica, um doce de pessoa!

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O senhor Gianfranco Andreini, incansável, trabalha de segunda a segunda. Ele planta, colhe, limpa o terreno, alimenta os animais e por aí vai…. Aqui nesta foto ele em meio ao seus vinhedos. Amor e paixão à sua terra e às tradiçoes

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Ah, espalhado pela grama: brinquedos e mais brinquedos…. Depois a gente recolheu tudo, rsrsrsrs

A simplicidade que encanta: a nossa refeição do domingo foi um piquenique improvisado gentilmente preparado pela Mônica, com os tradicionais crostini toscanos, queijos, presuntos e salames. Momentos assim onde você percebe que precisa de muito pouco para experimentar a felicidade! E olhem quem apareceu para nos fazer companhia!

 

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O restaurante fica na casa próxima, localizada aos pés da colina. Tudo ali é preparado com muito carinho e atenção. Desde a primeira refeição pela manhã com pães, tortas e geleias até os salames, presuntos, vinhos e azeites, produzidos no local. A senhora Giulia é a responsável pelas gostosuras: bolo de limão com azeite extravirgem e geleias de fruta nos mais variados sabores. Tudo baseado no conceito Km zero, e preparado no fogão à lenha.

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E para estimular o convívio e fazer novos amigos, a proposta é esta: condividir uma mesa enorme onde todos os hóspedes se sentam lado a lado. Nós fomos com um casal de amigos com dois filhos pequenos e ali conhecemos pessoas queridas, principalmente graças aos momentos de confraternização em volta da velha e boa mesa.

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O dia começa muito bem!!! Aqui a nossa “colazione” com uma crostata de geleia de amoras e as diversas geleias preparadas por dona Giulia

 

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Energias renovadas!!!Lugar que deixou saudade. Desculpem pelas fotos em baixa resolução mas devido a um imprevisto precisei fazer as fotos com o meu celular. Algumas fotos foram gentilmente cedidas por uma hóspede romana, Micaela Imperatori, que estava com a sua adorável família passeando na região e outras foram tiradas do site do agroturismo

 

Você raspa o prato?

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O pão é o acompanhamento sagrado durante as refeições aqui na Itália – ele substitui o arroz nosso de cada dia. Nem sonhe em servir carnes e saladas sem colocar uma cestinha de pães… E a diversidade de pane é grande, sendo que cada região aqui do país produz um tipo diferente. Aqui na Toscana, por exemplo, o pão é praticamente sem sal, tem uma crosta dourada e crocante com miolo macio mas ao mesmo compacto. Ideal para: raspar o prato. Isso mesmo! Além de ser consumido no início e durante as refeições, muita gente guarda o pão para limpar o prato. Sabe aquele molho que sobra no prato e fica “dando sopa”? Com ele, o pessoal por aqui faz a scarpetta.

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E viva a “scarpetta”!

Este gesto nada elegante é muito comum e até aceitável aqui na Itália. A maioria das pessoas pega o pão com as mãos e outras usam o garfo para espetar o pão e passar no prato. Aqui é um hábito que faz parte do dia a dia, principalmente em casa. Mas até nos restaurantes você poderá ver cena do tipo (não se espante). Até porque depois que você começa a fazer se torna uma atitude cotidiana involuntária, rsrsrsrs.

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Não é um gesto proibido em locais informais mas se você estiver em um ambiente elegante, per favore, nem pensar!

Fare la scarpetta,  ao pé da letra, significa em português “fazer o sapatinho”. Mas isso quer dizer o que exatamente? Bom, a origem da expressão é incerta. Alguns acreditam que essa forma de dizer faz alusão a uma pessoa com um sapatinho simples, um morto de fome. Outros atribuem à origem meridional em dizer “scarsetta”,  quer dizer, o que é escasso, pobre. Portanto, se tem pouco, vamos aproveitar até o finalzinho! Caso você venha passear por aqui e não resistir ao molhinho no seu prato pegue um pedacinho de pão e saboreie até deixar o prato limpinho…. o chef vai ficar feliz!

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“A vida é muito curta para você não comer e beber bem”. Este é o simpático slogan da cadeia de supermercados gourmet Eataly, o maior centro enogastronômico do mundo que também tem filial em Firenze. Como em todas as lojas da rede, eles oferecem seja para consumo local ou para compras uma série de alimentos e produtos artesanais de alta qualidade provenientes de toda a Itália. Tudo lindamente exposto em suas prateleiras com cartazes que contam um  pouco a história e procedência das delícias que estão à venda.

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O sucesso do Eataly, que nasceu em Turim, em 2007, deve-se principalmente à qualidade e excelência de seus produtos oferecidos a um preço acessível. A cadeia conta com diversas filiais em todo o mundo.

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A loja é dividida por seções e logo na entrada ficam a sorveteria e a cafeteria. Vou logo avisando que é praticamente impossível você ignorar o aroma do ambiente e não pedir um cafezinho para começar a entrar no clima dessa espécie de mercado multifuncional. Dali você vai ver a padaria e o fornaio expondo as delícias que saem quentinhas do forno a lenha, como a focaccia, pizza e os mais variados tipos de pães.

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O que achei interessante é que você acompanha o processo de quase todos os produtos que estão à venda

 

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Que tentação… saindo direto do forno!!!

 

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Sabem o que acho ótimo? Que você pode levar para o Brasil muitos dos produtos daqui, como geleias, massas, azeites, biscoitos e chocolates.

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Profusão de cores: a seção das geleias fica bem no começo e é imperdível com sua infinidade de sabores. Ali perto estão os azeites, biscoitos e chocolates, uma perdição! A parte dos vinhos fica no andar superior

Depois de passar pelos chocolates, biscoitos, azeites e geleias, tem o mercado com frutas e verduras frescas e a seção de embutidos.  Como não podia deixar de ser, você vai encontrar os produtos da estação: principalmente aqui a sazonalidade é muito respeitada.  No açougue do Eataly,  no final da loja, não faltam produtos típicos toscanos, como a famosa carne da raça “chianina”, o frango de Valdarno e o cordeiro de Zeri. Ah, claro, tem a mortadela  de Prato e o lardo da Colonnata. Aqui na Itália cada cidade defende com orgulho as delícias que produz.

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O local é uma espécie de delicatessen com cafeteria, padaria, mercado de frutas e verduras, além de diversos restaurantes integrados num só espaço. Diria que é um ponto turístico que vale uma visita, pois retrata e exprime a forma de se alimentar dos toscanos.

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A Eataly propõe o melhor da produção artesanal a um valor baixo graças ao contato direto do produtor com o distribuidor final . Para minimizar custos e oferecer excelência, que é a filosofia da rede, adquirem os alimentos direto dos produtores, saltando os intermediadores. Sustentabilidade, responsabilidade e compartilhamento são as palavras chaves do Eataly

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A loja aqui de Firenze é dedicada ao Renascimento

 

A loja de Firenze tem dois andares sendo que a parte dos vinhos fica no andar superior, assim como o restaurante principal Da Vinci, que é bastante concorrido e apresenta o jovem talento Enrico Panero como chef responsável. O legal do Eataly é que tem vários restaurantes em um só espaço, portanto você pode buscar o seu prato preferido especializado em massa, peixe, carnes ou vegetais. Um prato de massa ou uma pizza Margherita custam 6,50 euros. Já as saladas estão na faixa dos 8  euros.

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Na parte dos vinhos fica também a livraria. Inclusive chama a atenção a obra de Oscar Farinetti, que é o proprietário da cadeia. A sua proposta brilhante de divulgar a excelência dos produtos made in Italy desta forma merece aplausos

 

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É possível adquirir e degustar no local os vinhos em taças. Para facilitar, a loja sugere os vinhos ideais para cada tipo de carne, peixe ou sobremesa

 

E olhem que excelente essa proposta: o Eataly promove cursos de cozinha e degustações em suas sedes italianas, com os mais variados temas, sempre baseados na cultura, história e características dos produtos que oferecem. Por exemplo, você pode escolher fazer em Roma os cursos “Os sabores do mundo -sushi” ou “Primi piatti – risottos, sopas e legumes”. Os preços variam dependendo do tema e da carga horária. Você escolhe e paga online. O calendário completo você encontra aqui.

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Via Martelli, 22 r –  Firenze

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A feira de Ciompi, em Firenze

A Itália tem uma forte tradição na comercialização de artigos de antiquariado e peças de colecionadores. Não apenas nas elegantes e tradicionais lojas das cidades é possível perceber esse elo forte com objetos de outros tempos. Diversas praças de inúmeras cidades promovem feirinhas e eventos de rua. E eu adoro me distrair passeando pelas barraquinhas apreciando os produtos em exposição. Hoje eu mostro um pouquinho do Mercato delle Pulci, a feira de Ciompi, uma das mais importantes de Firenze, que acontece na Piazza dei Ciompi. A praça é circundada de lojas que vendem e restauram móveis e objetos antigos.

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Acho muito válido visitar uma feirinha de rua não apenas pelas compras mas também devido à descontraída atmosfera desses locais, com clima meio undergound. E vejo sempre pessoas super interessantes revirando as bancas em busca de um objeto único, de peças decorativas ou de obras literárias, em meio a uma bagunça ordenada (se é que vocês me entendem), que costuma caracterizar as feirinhas de rua aqui da Itália.

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O local é conhecido pelos admiradores de móveis e objetos antigos pois ao redor da praça existe uma série de lojas históricas que vendem  e restauram móveis e objetos de antiguidades e decoração. E no último domingo de cada mês outros 70 expositores ajudam a colorir o espaço com os mais variados produtos como discos, livros, móveis, moedas, cristais, gravuras, brinquedos, bijuterias, quadros, roupas e objetos de decoração.

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Esta é uma das feiras prediletas da cidade para colecionadores e amantes de objetos antigos

 

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Com paciência e olho clínico podemos encontrar peças valiosas muitas vezes misturadas à uma quantidade grande de quinquilharias. Claro, precisa revirar muito porque nem tudo exposto é digno de ser comercializado. Mas se der sorte, vai encontrar muita peça linda a preço baixo. Fato é que a crise econômica está forçando muita gente a se desfazer de objetos pessoais, de decoração e utensílios de cozinha .

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A feira existe há exatos 50 anos e a novidade é que o local onde funciona ganhará um restyling, com novas bancas, pavimentação da praça e restauração da Loggia del Pesce, o espaço que abriga os arcos. A obra deve começar em breve e a previsão é que termine no início do ano que vem. Durante o trabalho os antiquários do local estarão atendendo na piazza Annigoni, bem perto da piazza dei Ciompi. Para ficar por dentro do calendário desta e de outras feiras que acontecem na Toscana, clique aqui.

Obs: Desde 2016 o mercado não acontece mais na  Piazza dei Ciompi mas as lojas ao redor da praça oferecem artigos vintage, móveis e ateliês de restauração. A feira acontece na Piazza Annigoni (Largo Pietro Annigonsi).

O estilo de Consuelo Blocker

“Quem é que realmente precisa de alguma coisa hoje em dia? Os armários estão abarrotados!”. A autora dessa frase com a qual você também se identifica – apesar de dificilmente assumir – é a blogueira de bem com a vida Consuelo Blocker . Hoje ela nos encanta com looks preparados com peças que já estão em seu armário há pelo menos cinco anos. Acredito que muitos de vocês já conhecem esta brasileira radicada em Firenze que empresta seu charme aos  maiores eventos de moda do jet set internacional. Mas se (ainda) não ouviu falar dela e quiser saber um pouquinho mais sobre sua vida e lifestyle, pode conferir aqui a entrevista que fiz com ela na época em que a conheci, há quase três anos.

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Engana-se quem pensa que o foco do seu papo limita-se à moda. Óbvio que ela tem uma bagagem invejável quando em pauta estāo questoes do universo fashionista, mas ela encara com muita propriedade discussões sobre economia e política, por exemplo

Ser humano de coração enorme, inteligente, cativante, culta,  segura e com uma energia que contagia, é uma dessas pessoas com a qual eu passaria horas conversando.  E como se não bastasse tudo isso, outra qualidade que admiro em  Consuelo é a capacidade de reunir e promover encontros para compartilhar momentos agradáveis com amigos. Percebi isso na primeira vez em que estive em uma festa promovida por ela e seu namorado Roberto Leone, na Villa Tantafera, na convivência de amigos antigos e novos conhecidos, num ambiente acolhedor e divertido,  cheio de pessoas interessantes: este vulcão de simpatia anda de um lado para o outro cumprimentando, papeando e apresentando as pessoas umas às outras, buscando conectar seus amigos com assuntos em comum, promovendo assim novas amizades. Dom de poucas pessoas, que ela carrega com uma elegância nata e muita desenvoltura.

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Consuelo é muito autêntica, brincalhona e preza demais por suas amizades. Driblando a correria e os compromissos que ela tem em vários cantos do mundo, a gente consegue esporadicamente agendar um café no meio da tarde, um almoço ou um jantar, em companhia de outras amigas, onde dedicamos algumas horinhas do dia a momentos prazerosos de boa conversa e muitas risadas.

 

Desde que a exposição com looks do dia ganharam destaque nas redes sociais percebo a rapidez com que as pessoas trocam de roupa e propõem constantemente novos looks como se as peças fossem descartáveis. Resolvi preparar um post justamente para contrabalancear essa euforia consumista de fast-fashion. Eu adorei quando a Consu -assim ela é chamada pelos amigos, fãs e leitores de seu blog – respondeu que sim à minha proposta de fotografá-la usando peças que já estão em seu armário há no mínimo cinco anos e que ainda são bacanas e atuais.  Ninguém melhor do que ela, que repete sem constrangimento as suas roupas – e faz questāo de frisar isso –, para nos fazer refletir e dar dicas preciosas de como ela lida e resiste a tantas tentações a cada estação. Ou vai dizer que principalmente nesse período de promoções você não compra por impulso?

Não quero ser mal interpretada, per favore, até porque confesso que sou fã de uma compritcha e me distraio horrores conferindo as araras das lojas. A ideia do post é apenas mostrar que não precisamos de roupas novas o tempo todo para nos vestirmos bem e com looks interessantes.

Pois bem. Marcamos a sessão de fotos em sua gostosa em Firenze numa manhã ensolarada deste inverno. Imaginem a responsa? Povera me! Detalhe que recebi até alguns toques sobre fotografia seja da própria que de sua cara-metade, que apareceu por lá depois do seu jogging diário. O Roberto Leone, que é fotografo profissional, é autor de quase todos os clicks lindíssimos da Consu. Inclusive ele assina também a campanha publicitária de lingeries que ela protagonizou com fotos em seu blog.

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Passamos uma manhã deliciosa em sua casa nas colinas de Firenze, onde fizemos as fotos. Os looks que ela usou para as fotos foram escolhidos na hora mesmo. Ela foi pescando em seus cabides suas roupas, sapatos e joias, improvisando as lindas combinações que fez

E aqui vai uma mini-entrevista onde ela conta como é a sua relação com a moda e os critérios  que usa quando vai às compras:

1)Qual o critério para você adquirir uma nova peça?

Quando compro uma peça sempre estudo bem no espelho se ficou bem em mim, se é de qualidade para que possa usar por muito tempo, se segue o meu estilo e se vai combinar com o que tenho no meu armário em casa.

2)Muitas pessoas acabam comprando produtos na promoção por impulso. Qual conselho para evitar erros e arrependimentos?

O melhor conselho que ouvi quanto a isto é este: “Nunca compre em liquidação o que não compraria a preço total”. Se não é uma peça que você faria um sacrifício para comprar, ela não pertence ao teu armário!

3)Qual a peça ou roupa você tem no armário que jamais usou e se arrependeu de ter comprado?

Comprei um meio suéter/echarpe que era para usar sobre um casaco. O vendedor era ótimo e me convenceu, mas nunca usei… Guardei por anos na esperança que usasse, mas nunca deu certo…Eu não gosto de coisas complicadas, e esta era…

4) Você sabe resistir bem às novidades fashion? Qual a sua relação com as novas propostas lançadas?

Sei sim. Hoje só uso o que é meu estilo. Não me sinto bem tentando ser algo que não sou… Sempre experimento a novidade, pois até você não colocar no corpo, não dá para entender se funciona para você ou não. Às vezes uma novidade pode dar um total “lifting” no teu armário, outras vezes simplesmente não combina com você.

 

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Este lenço foi presente de casamento do próprio marquês Emilio Pucci. Reparem que com criatividade ele enfeita a cintura se transformando em um cinto

 

Calça Banana Republic, malha BP Studio, lenço Pucci e sapatilha Prada. Ah, essa sapatilha que foi recuperada depois de ter perdido a sola tem muita história pra contar… imaginem que a Consu embarcou com ela numa viagem que fez ao Brasil e devido a alguns imprevistos ela precisou pernoitar em Paris, onde estava nevando. O relato completo, que vale a pena conferir, você lê neste post aqui.

 

Calça Banana Republic, mocassin Gucci, suéter BP Studio, jaqueta Top Shop, colar em pedras de artesā fiorentina

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“Só compro quando me apaixono pelo produto. Chego a levar 20 peças para o camarim e só comprar uma. É assim que gosto de fazer shopping, sem exageros!”

 

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No último dia 4 essa capricorniana comemorou 50 anos numa festança animada reunindo em Firenze toda a família e muitos amigos. Alguns inclusive vieram de outros países para abraça-la. Tudo, claro, documento em seu Consueloblog

 

Nesta produção, calça e suéter das fotos anteriores, blazer com aplicações Prada, sandália Prada e brincos H Stern (os brincos sāo herança da avó Gabriella e a designer é sua mãe, Costanza)

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Consuelo cuida com muito carinho de seus pertences. Estes sapatos, guardados numa confecção, foram recentemente reacomodados pois ela havia perdido algumas pedras. A Prada consertou e devolveu numa embalagem como se fossem novos

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Vestido Jill Sander, sapato Prada, brinco H. Stern e bracelete Mauboussin

Consu, obrigada pela disponibilidade! E grazie mille por dividir diariamente a sua alegria de viver  através do seu diário virtual. A gente adora te acompanhar!