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Mercato Centrale San Lorenzo

Ir ao Mercado central de San Lorenzo, em Firenze, é uma excelente maneira de conhecer um pouco os costumes locais, mesmo se de clientes florentinos vemos poucos atualmente. Mas os que frequentam são facilmente reconhecidos, pois sabem exatamente em qual banca devem ir e os produtos que querem levar para casa. Atraída pelos produtos típicos toscanos, uma multidão de turistas invade o mercado, que é um dos pontos turísticos da cidade, apesar de passar quase despercebido, pois uma infinidade de barracas do mercado de rua de San Lorenzo cobrem o histórico prédio, localizado bem no centro de Firenze. Caso você queira conferir o post  sobre o mercadinho de rua, clique aqui. E no mesmo prédio, no primeiro andar, funciona um grande espaço gastronômico,  local imperdível onde você vai encontrar especialidades não apenas da Toscana mas de diversas regiões da Italia. Veja mais no post Novo Mercado de San Lorenzo.

 

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A construção realizada no final do século 19 foi considerada revolucionária para o período, com a utilização de materiais como ferro e vidro no teto, realizado pelo arquiteto Giuseppe Mengoni (o mesmo que pouco antes havia feito a Galleria Vittorio Emanuele, em Milão),  em estilo art-nouveau, que ainda hoje chamam a atenção. O mercado funciona de segunda à sábado, das 7 às 14 horas.

A estrutura,  em ferro e vidro, foi  erguida em 1874.  A obra é do arquiteto Giuseppe Mengoni, já autor do mercado de Sant’Ambrogio e da Galleria Vittorio Emanuele de Milão

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Algumas osterias e restaurantes  oferecem refeições típicas, com produtos da culinária local, preparados na hora, bem na sua frente. O Nerbone é endereço sem erro para um lanche rápido, saboroso e tipicamente toscano. Este é o sobrenome de um ambulante que desde o final de 1800 vendia pratos da culinária florentina. Mesmo que encontre fila para pedir, aguarde um pouco pois o atendimento é veloz. Pra entrar no clima dos “locais”, peça um simples panino ou um prato de lampredotto com uma taça de vinho tinto. E deixe-se levar pela atmosfera e pelos aromas ao seu redor.
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A explosão de cores, aromas e sabores é uma experiência imperdível. Adquirir produtos frescos direto do agricultor é uma característica de uma feira de qualquer lugar do mundo.

O interessante aqui é observar os costumes, que mudam de acordo com a cultura de cada país. Na Itália, por exemplo, melhor não tocar as frutas e verduras sem usar luvas. No mercado quem escolhe os produtos são os vendedores. Bom prestar atenção porque para os italianos é grave infringir essa regra. Confira nesta foto abaixo que a cliente aguarda o feirante escolher e pesar as suas frutas.
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Nesta feira alimentar coberta podemos encontrar uma variedade de produtos típicos como queijos, pães, massas, azeites, vinhos e doces. Fora a vasta gama de peixes, frutos do mar e carnes. Inclusive é neste mercado onde os brasileiros residentes em Firenze adquirem o famoso corte de picanha, no açougue  Manetti.
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Azeites, geleias e pastas coloridas são alternativas típicas para presentear os amigos.  Muita gente que visita o mercado  adquire ao menos um produto  para levar pra casa.
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Aqui o nosso papaya é vendido em uma banca de produtos peruanos a 6 euros o quilo. Há alguns anos o mercado perdeu sua característica de ser um local apenas com produtos e comerciantes italianos. Devido à imigração, muitos estrangeiros passaram a gestir seu próprio negocio. Reparei que dentre os comerciantes estrangeiros a maioria parece ser peruana e tem clientela cativa que adquire além de produtos não perecíveis, frutas e verduras vindas da América do Sul.
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Um carregador atravessa em meio a residentes e turistas com os carrinhos cheios para reabestecer a banca de frutas. Afinal, às dez da manhã muita coisa já aconteceu em uma feira.

Enoteca Vinandro, em Fiesole

O restaurante Vinandro é uma delícia, em todos os sentidos!  O  restaurante fica na praça central de Fiesole, numa portinha pequena e discreta. Resolvemos voltar esses dias para almoçar depois da excelente experiência que tivemos no ano passado.
Chegamos cedo, antes das 13 h, para respeitar o horário de almoço das crianças (geralmente almoça-se esse horário aqui na Itália), e o local estava vazio e silencioso, digamos uma raridade, rs. Apenas uma canção bem familiar contribuiu para melhorar ainda mais a atmosfera intimista do lugar:  Desilusão, cantada por Marisa Monte.  E eu mal sabia que a playlist do meu almoço seria com as minhas referências musicais preferidas: logo em seguida vieram Caetano, depois Roberto Carlos, Gil, Bebel Gilberto e Bethânia, apenas para enumerar alguns. Orgulho! E todo esse “perfume” de casa misturou-se aos odores do ambiente, com sua espetacular seleção de salames, queijos e outras maravilhas da culinária local.
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O proprietário  Alessandro abriu as portas do estabelecimento, que muito lembra uma bodega alimentar, em 2003 com a proposta de de oferecer em Fiesole um local onde fazer um pit-stop a qualquer hora do dia, para “beliscar” e bebericar produtos locais e de qualidade. O ambiente é acolhedor com mesas distribuídas em dois salões, que devem acomodar, no máximo 20 pessoas.  O toque rústico do local fica por conta das grandes mesas e bancos de madeira.

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No cardápio, pratos caseiros e tipicamente toscanos. O menu muda constantemente pois eles dependem de produtos da estação para garantirem a excelência na qualidade dos pratos. Mas dentre as opções que você encontarará em qualquer época do ano estão o peposo dell’Impruneta, a ribollita (sopa de verduras com pão), a trippa e a tagliata.

 

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Mozzarella di bufala frita e crostini para começar, com vinho tinto da casa

Os pratos são bem temperados e saborosos e gasta-se entre 22 e 28 euros para uma entrada, prato principal e bebidas. Não deixe de experimentar os doces caseiros (custam entre 3,80 e 5,50 euros).  Oferecem  torta de chocolate e laranja, chocolate amargo e pimenta e torta de maçã, além do típico cantuccino con Vin Santo, que são biscoitos secos de amendôa servidos com esse vinho doce para sobremesa.

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Escolhi carne de porco preparada com bacon e purê de batata com azeitonas pretas. Não é nada leve, mas super saboroso

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Como trabalham com produtos sazonais, o Vinandro propõe pratos diferentes a cada estação. Mostro pra vocês algumas opções do cardápio da temporada primavera-verão, dentre elas salada com patê de fígado e geleia, creme de aspargos com burrata ao perfume de tartufo, pici all’ocio, focaccia de beringela e peposo.

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Salada com cipollotto, ovos e patê de fígado com geleia

 

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Creme de aspargos e burrata ao perfume de tartufo

 

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Vinandro– Piazza Mino,33,  Fiesole

Horário: 12:00 às 24 h (diariamente)

Atualizado em 19/04/2017

 

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Mercado Central de Firenze

 

Calcio Storico Fiorentino

O Calcio Storico Fiorentino, ou Futebol Histórico de Firenze, é outra paixão antiga dos florentinos. É uma modalidade esportiva sem regras exatas que consiste em pegar a bola utilizando mãos e pés e marcar um gol na rede do time adversário. A competição mais parece uma luta livre devido ao grande contato físico entre os participantes. Esse tipo de futebol, que lembra bastante o rugby, tornou-se uma das manifestações históricas mais importantes de Firenze.

Nascido em Florença no século 16, é uma combinação de futebol, rugby e luta livre, que hoje em dia é disputado em trajes históricos (foto Gianni Vannucchi)

A final do campeonato, que tem apenas três partidas, acontece na Piazza de Santa Croce sempre no dia 24 de junho, dia do padroeiro da cidade, San Giovanni, ou seja, São João.

 

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Integrante do cortejo histórico

 

Antes da partida, um cortejo desfila no centro da cidade com as vestimentas do século XVI. Acompanhei nesta segunda parte do percurso, que termina na Piazza Santa Croce, onde acontecem os jogos.
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Antes da partida de calcio storico acontece o cortejo pelas ruas e praças do centro de Florença

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O cortejo histórico é composto por 530 integrantes vestidos rigorosamente com roupas militares da época do Renascimento

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No momento do lançamento das bandeiras os espectadores vão ao delírio! Mesmo em um dia de muito vento, conseguiram fazer uma linda apresentação. Essas fotos foram tiradas no momento em que o Cortejo atravessava a Piazza della Signoria, a sede da prefeitura de Firenze.
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O desfile termina na Piazza Santa Croce, onde acontecem as partidas

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Logo na entrada os times comercializam as camisetas e os torcedores se trocam ali mesmo. As arquibancadas em volta à praça foram tomadas de branco e azul, as cores dos competidores dessa final

Os históricos bairros de Firenze participam simbolicamente da competição , onde os quatro times são caracterizados  cada um por uma cor: Santa Croce são Azzurri (Azuis), Santa Maria Novella são os Rossi (Vermelhos), Santo Spirito são Bianchi (Brancos) e San Giovanni são Verdi (Verdes). Quem nasce ou mora nestes bairros, teoricamente torce e joga pelo time.
Cada equipe participa com 27 integrantes, que não podem ser substituídos. A competição acontece  num campo coberto de areia com uma linha branca no meio que divide os dois times e a partida tem duração de 50 minutos.
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Energia, emoção, tensão e rivalidade à flor da pele. Esta final seria entre os brancos e os azuis. Sim, seria, pois no momento do início da partida uma chuva torrencial esfriou os ânimos de jogadores e torcedores e, pela primeira vez na historia, a final foi adiada e será realizada neste domingo.
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A expectativa era grande. Para os torcedores florentinos dos bairros envolvidos na competição, uma final do calcio storico é sentida como a decisão de copa do mundo de futebol. As torcidas ficam separadas: os brancos estavam próximos à igreja enquanto os azuis nas arquibancadas do lado oposto.
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A banda já havia anunciado a entrada dos jogadores em campo. Só que no momento em que a partida estava para começar a chuva chegou e estragou a festa. Pela primeira vez a final não foi decidida no dia 24, para decepção do publico, que não queria ir embora.
Quem mora perto da praça assiste às disputas de camarote! Alguns enfeitam as  janelas com a cor do seu time preferido. Neste caso, como a competição acontece na Piazza Santa Croce, é o azul que prevalece.
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O acesso à Praça Santa Croce é restrito aos que compram o bilhete para assistir à partida. Uma multidão de curiosos se aglomera proximo às entradas.
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A praça ganha a mesma aparência desde quando teve início a modalidade, ou seja, as pedras são cobertas de areia

Como surgiu – O Calcio Storico Fiorentino tem origens antigas e a partida mais famosa aconteceu em 17 de fevereiro de 1530 quando os florentinos, ameaçados pelas tropas imperiais de Carlo V, iniciaram uma partida na Piazza Santa Croce tentando ignorar o exército. Já o primeiro torneio entre bairros da cidade aconteceu em 1930 e os participaram vestiram roupas históricas do século 16 e até hoje os jogadores usam trajes do período renascentista durante as partidas. Hoje é uma tradição esportiva que envolve quase toda a população local e muitos turistas.
Através dessas fotos abaixo de Gianni Vannucchi vocês poderão ter uma ideia de como os jogadores se vestem.  Mais informações no site oficial do Calcio Storico Fiorentino.

 

 

 

 

Fotos Gianni Vannucchi

 

 

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Manifestação em Firenze: patriotismo verde e amarelo

Carregamos o espírito de patriotismo independente do país onde moramos. A indignação e a luta por um Brasil mais digno e menos corrupto levou um grande número de brasileiros que vive em Firenze a levantar a bandeira verde e amarela, e a capital do Renascimento foi tomada pelas cores vibrantes da nossa Pátria na última quarta-feira.

 

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Foi uma manifestação pacífica que contou com a participação de famílias inteiras, inclusive com crianças , que também empunharam cartazes e bandeiras mostrando ao mundo que tem muita coisa errada com o nosso amado Brasil

A manifestação aqui na Itália foi em solidariedade a todos os compatriotas que estão indo às ruas de diversas cidades brasileiras dizer um basta ao atual governo. Cerca de duzentas pessoas reuniram-se ao lado da Catedral Santa Maria del Fiore, o Duomo de Firenze, para exibir faixas, cartazes e erguer a nossa bandeira, sob os olhares curiosos de turistas de todo o mundo que aproveitaram não apenas para registrar como também buscar entender o motivo do protesto.

 

E qual o gosto de uma manifestação no exterior? “Poder mostrar ao mundo todo que está aqui a nossa insatisfação. Acho que depois disso as coisas nunca mais serão como antes. O Brasil tem tantos potenciais e riquezas. Acredito que o nosso país vai mudar”, ressalta a carioca Natasha, que vai passar dois meses em Firenze para estudar italiano.

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“Eu queria muito estar no Brasil nesse momento tão importante, mas como não posso, protesto a distância. Quero mostrar a minha voz, a minha insatisfação com o governo”, relata a capixaba Georgia Rodrigues, que vive há sete anos em Firenze.

O que dizem os manifestantes:

“Eu cheguei há uma semana do Brasil e participei das manifestações que aconteceram por lá. Acho importante para mostrar o meu descontentamento, mesmo que a distância. Abaixo à inflação, o Brasil está insuportável, não dá pra viver assim!”, desabafa Milena, de Franca (SP), que está há seis anos em Firenze.

O ítalo-alemão Elia é casado com uma brasileira e participou do protesto em solidariedade ao nosso país. “A minha esposa já participou de muitas lutas sociais, inclusive junto ao MST. Os protestos existem há tempos no Brasil mas a minha preocupação é com o risco de instrumentalização dessa manifestação”, destaca Elia, segurando um cartaz escrito em italiano de um lado e em português do outro: “Vamos jogar futebol nas ruas – é gratis. Não ao mundial do business”.

Guilherme, de Brasília, veio fazer intercâmbio. Chegou em junho e fica mais dois meses em Firenze. Trouxe para a manifestação amigos de outros países que concordam com as reivindicações. Segundo Guilherme, a corrupção que atrapalha tanto o nosso progresso precisa ser crime hediondo.

A paranaense Amanda mora há sete anos em Firenze e acredita que seja o mínimo que podemos fazer para ajudar nossos compatriotas nesse momento de protestos.” Somos brasileiros, nacionalistas e estamos mostrando que estamos juntos, independente do lugar do mundo onde estivermos. Para ela, os maiores problemas do nosso país estão relacionados à saúde e à educação.

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A manifestação reuniu não apenas brasileiros que vivem em Firenze mas estrangeiros simpatizantes com o protesto. Esta italiana, Anna Maria Giglitto, que conhece e admira o Brasil e os brasileiros, juntou-se ao grupo para dar o seu apoio. “Este é um momento histórico. Até me emociono ao falar do Brasil. Vocês estão dizendo que não se importam com o futebol, com a Copa, mas que querem um país que funcione. Isso é muito bonito. Essa manifestação organizada, pacífica e adulta está de parabéns”.

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Musthafa e Rodrigo, praticantes de capoeira, também apoiaram o movimento. Musthafa é do Senegal e veio prestar sua solidariedade aos amigos e à namorada, que é brasileira: ” Quando tem um problema, é necessario que as pessoas mostrem sua indignação”. Rodrigo, brasileiro de Florianópolis está há oito meses em Firenze: “Mesmo de longe a gente torce muito pelo nosso país. A gente quer que o Brasil progrida. Eu dou todo o apoio porque muita coisa tem que mudar, e a gente aqui reunido mostra que mesmo morando longe, estamos sempre juntos e unidos pela mesma causa”.

 

 

 

 

Feira de Antiguidades na Fortezza em Firenze

Eu adoro frequentar as feirinhas de rua aqui da Itália. Em Firenze, a que mais gosto é a que acontece no jardim da Fortezza da Basso, que fica a cinco minutos a  pé da estação ferroviária de Firenze.

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A mostra acontece todos os terceiros sábados e domingos do mês, exceto nos meses de julho e agosto. Nesta feira de antiguidades e do usado você encontra móveis, artigos de colecionadores, bijuterias, livros, quadros, estampas, roupas e utensílios. Se você tiver “olho clínico” vai encontrar peças únicas e interessantes a preços mais baixos do que se estivesse exposta em alguma loja de antiguidades.Fiz algumas fotos dos meus “achados” pra vocês conferirem. Busco sempre bijuterias antigas e peças de decoração para a casa.  Já comprei quadros e até um móvel de 1800 que coloquei no meu quarto e utilizo como vitrine para livros e artigos pessoais.E quem estiver visitando a Toscana e quiser ficar por dentro da programação das feiras, basta clicar aqui.

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A feira de antiguidades acontece no jardim da Fortezza da Basso, sede de numerosos eventos importantes, como o Pitti Uomo

 

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  • Devido  às obras para a instalação da  tramvia de Firenze, desde fevereiro de 2015, a feira está acontecendo na Piazza Vittorio Veneto, entre o Teatro dell’Opera e a ponte alla Vittoria (perto da parque Le Cascine).