
O Corredor Vasariano tem cerca de 1Km de extensão

Quando fiz o percurso, o corredor era repleto de autorretratos

Parte do corredor e da Ponte Vecchio vistos do Oltrarno


O Corredor Vasariano tem cerca de 1Km de extensão

Quando fiz o percurso, o corredor era repleto de autorretratos

Parte do corredor e da Ponte Vecchio vistos do Oltrarno

A Capela dos Magos é a primeira capela autorizada em um palácio privado de Florença. Fica no Palazzo Medici Riccardi , a primeira residência da família Medici em Florença. A capela é o único ambiente realizado na época em que os Médici habitavam no palácio.

Capela dos Magos: o ciclo de afrescos é de autoria de Benozzo Gozzoli e é um dos maiores tesouros do Renascimento desse período




O ciclo de afrescos foi realizado por Benozzo Gozzoli, que iniciou os trabalhos em 1459

A riqueza de detalhes dos afrescos
Em Florença, arte e artesanato sempre andaram lado a lado. A capital toscana conta com uma grande diversidade de ateliês em plena atividade. O artesanato artístico é um dos principais orgulhos da cultura florentina!

Artesanato artístico: uma tradição transmitida de geração em geração durante séculos

Experiência, precisão e uma boa dose de paciência são as características que um bom artesão deve possuir




Cerâmica, ourivesaria, papel, couro, trabalho em pedra dura e numerosos outros artefatos: em Florença a expressividade artística em diversos setores

Ao optar por comprar numa destas lojas, estará também a contribuir para a preservação de uma tradição que tem poucos iguais noutras partes do mundo: a do alto artesanato florentino

As janelas infantis ficavam sob as janelas “normais” dos prédios

Essa janelinha fica na via del Moro, perto da praça Santa Maria Novella

Essa é a buchetta del vino

As janelinhas possuem grades na frente, para não permitir que as crianças caíssem



Um dos poucos exemplos da janelinha para criança. Essa fica nessa linda sala, repleta de afrescos da Casa Vasari
7 igrejas pra você visitar em Florença
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Florença tem igrejas lindíssimas e imperdíveis e a Basílica de Santa Croce ocupa o topo da lista! Construída no final do século 13, é a maior basílica franciscana do mundo e considerada o panteão de Florença.

A igreja de Santa Croce é conhecida como o “Templo das Glórias Italianas” e abriga inúmeras capelas lindamente decoradas por renomados artistas e dedicadas às famosas famílias florentinas que financiaram a construção dos monumentos funerários.
Vou enumerar aqui 10 motivos para você visitá-la:
1 – Na Santa Croce estão os túmulos de personalidades como Michelangelo, Leonardo Bruni, Ugo Foscolo, Lorenzo Ghiberti, Galileo Galilei e Nicolau Maquiavel.

2 – Existem na igreja quase 300 tumbas, no chão e nas paredes

3 – Maravilhoso ciclo de afrescos na capela Bardi, realizados por Giotto na primeira metade do século 14
4- Na igreja estão as primeiras tumbas “humanistas” nas paredes não apenas para os homens da igreja
5 – A igreja conserva o modelo de estátua que serviu para a Estátua da Liberdade de Nova York. E a que temos em Florença foi realizada por Pio Fede, inspirada na estátua de Pacetti, no Duomo de Milão
6 – Cenotáfio de Dante Alighieri. O poeta está enterrado em Ravenna, onde morreu
7 – Aqui surgiu a Síndrome de Stendhal , no século 18, quando o escritor francê Marie-Henri Beyle , conhecido como Stendhal, estava contemplando a Capela Niccolini
8 – A igreja conserva, na Capela Bardi di Vernio, um lindo cibório dourado realizado por Giorgio Vasari no século 16

9 – Crucifixo de madeira realizado por Donatello no início do século 15
10 – Púlpito de mármore realizado por Benedetto da Maiano no século 15 com histórias de São Francisco

É impressionante a beleza dessa igreja, concordam?
Porta Romana, de época medieval, faz parte das antigas muralhas de Florença e abre algumas vezes por ano para visitação. Desde sua fundação, em época romana, Florença era uma cidade protegida por muralhas. Florença, antiga cidade romana fundada no século I AC, ocupava uma área entre a atual Piazza del Duomo e a Piazza Santa Trinita e sua área central era na Praça da República e as muralhas foram criadas com a própria cidade.

Início do percurso, perto do Viale Petrarca, definido como exclusivo, pois é o único ainda transitável em toda a muralha da cidade florentina
Florença já chegou a ter seis circuitos diferentes, sendo que o último é de meados do século 16. Grande parte das muralhas foram demolidas durante o século 19 para criar as avenidas, quando Florença foi capital da Italia, entre 1865 e 1871, deixando apenas algumas portas de acesso principais. E na área do Oltrarno, ainda é visível e bem preservada.

Porta Romana era a porta de saída para Siena e Roma
A Porta Romana, ao sul da cidade, foi construída entre 1328 e 1331, e tem 17 m de altura. Depois da Porta San Frediano, é a maior da cidade.

A obra em mármore de Michelangelo Pistoletto se chama “Dietrofront”, com duas mulheres: uma olha o passado e a outra o futuro: em direção à Roma
História sobre as muralhas da cidade
Depois de superada uma crise que havia reduzido a população no século VI levando, consequentemente, a cidade a reduzir o circuito das muralhas, no início do século X a cidade precisou ampliar seu círculo e ganhou um terceiro circuito de muralhas, que seguia em parte a antiga rota romana e chegava pela primeira vez às margens do Arno.
Um quarto círculo de muralhas foi iniciado em 1078, quando Florença era uma cidade de 20.000 habitantes. Dessa vez as novas muralhas também incluíam a Piazza del Duomo, mas não os bairros além do rio.

Com a expansão económica e demográfica da cidade, que se tornou uma potência econômico-financeira em toda a Europa , a partir da segunda metade do século 13, um novo circuito de muralhas foi construído.

Na primeira metade do século 14, um ambicioso projeto urbano contou com a participação de grandes arquitetos como Arnolfo di Cambio, Giotto e Andrea Pisano. Devido a diversas interrupções devido às guerras e combates, as muralhas foram concluídas apenas em 1333. Era uma das maiores e mais poderosas da época: na verdade, tornou-se uma das mais formidáveis muralhas fortificadas da Europa. As muralhas foram também dotadas de fosso em vários locais, alimentado na parte norte pelas águas do Mugnone, pequeno afluente do Rio Arno.

Na parte interna da Porta Romana, em visita guiada promovida pela associação Muse

Curiosidade: em época medieval, quando Florença era protegida por muralhas, a cidade era acessível apenas em horários estabelecidos para a abertura das portas da cidade. Os portões da cidade eram fechados à noite e reabertos na manhã do dia seguinte
Já imaginou transformar em um perfume as emoções de uma viagem? Que tal criar uma fragrância que pode te conectar aos momentos vivenciados em seu passeio? Graças à proposta da Ephemera, você pode criar seu próprio perfume, adaptado à sua personalidade, e levar pra casa uma recordação de Florença feita sob medida, por você e pra você!

Experiência inesquecível: criar um perfume sob medida em um dos lugares mais lindos de Florença!


Eu criei a minha própria fragrância numa agradável tarde ensolarada deste início de primavera, circundada pelo colorido de flores frescas, com o harmonioso som da harpa, no menor hotel do mundo e tendo como cenário um dos maiores cartões-postais da cidade, a Ponte Vecchio!

A Ephemera oferece essa magnífica experiência no Golden View Suites, o menor hotel do mundo, a poucos metros da Ponte Vecchio

O elegante apartamento Golden View , que tem um terraço panorâmico de tirar o fôlego!
Ah, e já que estou falando desta location fantástica: saibam que é possível vivenciar a experiência de criar o perfume sob medida no Golden View Suite e pernoitar nesse encantador apartamento, à beira do Rio Arno, com vista para o museu Uffizi e para a Ponte Vecchio.

Nossa experiência contou com a jovem e talentosa harpista Irene Cencetti: momento mais que especial, repleto de emoção, do início ao fim!

Cada pessoa participa ativamente de todos os processos de criação do perfume. Vivenciei essa experiência em companhia de mais 5 pessoas
A experiência é guiada por um profissional, e quem nos apresentou a esta fascinante processo de realização do perfume foi Manuela Ricci Bocciolini, uma verdadeira artista olfativa, que com sabedoria, delicadeza e maestria, nos ajudou a mergulhar nesse incrível universo para dar vida a uma sinfonia de aromas.

Descobrindo a linguagem dos perfumes e o tesouro de ingredientes preciosos que a natureza oferece.
Existem várias famílias olfativas, que são, por exemplo as cítricas, florais, orientais, amadeiradas. E as fragrâncias são compostas por uma combinação de diversas notas olfativas, que se dividem em três categorias principais: notas de cabeça, de coração e de fundo. Para o resultado ideal é preciso misturar e combinar as notas perfeitas.

Teve até um brinde com vinho rosé da enoteca do restaurante Golden View

Esse é o perfume que criei: Festina Lente, que significa “Apresse-se lentamente, com prudência”

Você já sonhou em ter um perfume exclusivo que reflete a sua personalidade? Venha vivenciar essa experiência em momentos multissensoriais
Em Florença, o Museu das Capelas dos Medicis abre ao público o quarto secreto de Michelangelo, ambiente onde o artista passou alguns meses escondido, na primeira metade do século 16. O local, chamado de “Stanza Segreta di Michelangelo”, foi descoberto há cerca de 50 anos, quando a direção do museu das Capelas dos Medicis estudava a possibilidade de viabilizar uma nova saída do museu, que é o mausoléu da família Medici.

O quarto secreto de Michelangelo, sob a Sacristia Nova

As Capelas dos Medici, mausoléo da poderosa família que “governou” Florença e a Toscana por mais de 3 séculos

O alçapão de acesso ao esconderijo de Michelangelo
Esse pequeno espaço, com cerca de 10 m de comprimento, 3 m de largura e 2,5m de altura na parte central, era um depósito de carvão até os anos 1955 e passou anos inutilizado. Esse alçapão ficou por décadas coberto por armários e móveis pesados. E estudando uma nova saída do museu, levantaram a possibilidade de fazê-lo através desse ambiente. Foi nessa ocasião, nos anos 70, que o restaurador que trabalhava no projeto, depois de limpar as duas camadas de gesso das paredes, descobriu um verdadeiro tesouro de valor inestimável: esboços realizados por Michelangelo Buonarroti (1475 – 1564).

Os desenhos foram descobertos em novembro de 1975. Nas paredes da sala há estudos de figuras inteiras e também desenhos de estudos anatômicos, perfis de rostos e figuras humanas em diversas poses, além de um esboço de Laocoonte, estátua encontrada em Roma em 1506 e que serviu de inspiração para o artista. Após análises e pesquisas, que ainda estão sendo estudadas pelos historiadores da arte, a maior parte delas foi atribuída a Michelangelo.


Para passar o tempo e vencer a solidão, Michelangelo começou a desenhar a carvão as suas reflexões sobre suas obras
O “quarto secreto” fica sob a Sacristia Nova, que foi realizada por Michelangelo, e onde estão as sepulturas de Lorenzo e Giuliano de’ Medici com esculturas realizadas pelo artista.

Com apenas duas pequenas janelas para o exterior, no nível da calçada, o pequeno espaço serviu de esconderijo na época do cerco de Florença, quando Michelangelo precisou fugir da ira do Papa Clemente VII, sobrinho de Lorenzo “O Magnífico”. O papa estava zangado com o artista por ter colaborado com o governo republicano durante o período em que os Médici foram expulsos de Florença. De junho a outubro de 1530, Michelangelo viveu escondido neste pequeno quarto e contou com a ajuda do prior de San Lorenzo.


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Visitar igrejas é também uma maneira de conhecer o patrimônio artístico de uma cidade. Entre os diversos atrativos culturais de Florença, não podemos deixar de citar as importantes igrejas que fizeram a história da cidade. Quais são as igrejas que merecem uma visita na cidade? Para te ajudar, eu selecionei 7 neste post:


Feita em mármore, é uma das mais importantes obras do Renascimento fiorentino, mesmo tendo sido iniciada precedentemente

A construção da igreja de Santa Croce começou em 1294 e o projeto foi atribuído à Arnolfo Di Cambio, mas foi concluída quase um século depois e contou com a ajuda das ricas famílias florentinas que contribuíram com doações em troca de sepulturas na igreja

A igreja de Santo Spirito, na praça homônima
6 – Igreja de Ognissanti- Esta esplêndida igreja começou a ser construída no século 13 e, ao longo dos séculos, foi remodelada em vários estilos diferentes. A arte medieval, renascentista e barroca coexistem criando um espaço único. Em seu interior, obras de Ghirlandaio, Giotto e Botticelli, que inclusive, foi enterrado na igreja. Borgo Ognissanti, 42. Ingresso gratuito.

Menu do dia- dicas para não gastar muito
Aperitivo, happy-hour à italiana


O artista Maurizio Rapiti se inspirou em Rafael Sanzio. Elementos contemporâneos e um pouco de ironia: Fornarina Suicide Girl

Whatifier mora em Nápoles, mas seus pôsteres estão espalhados pelas ruas de todo o mundo. Os cartazes que cria são pintados à mão, principalmente em acrílico. Suas obras tratam principalmente de tolerância, inclusão e um mundo sem fronteiras

Cartaz com intervenção do artista Clet, que tem ateliê em San Niccolò, no Oltrarno
Um dos mais célebres artistas da street art do cenário florentino é o francês Clet, que tem ateliê no Oltrarno. Ele modifica sinais de trânsito através de simples adesivos, reinterpretando-os de forma irônica.


Blub utiliza geralmente as cores azul e vermelha em seus desenhos

O Dante de Blub, na Via dell’Inferno
Atista de origem francesa radicado na Itália, Hopnn, que mora em Roma, também decorou algumas ruas de Florença. Ele coloriu a rua Borgo Stella de branco, preto e vermelho com personagens da família Medici.

Pop art . Denominado “Mebici”, o trabalho faz alusão às bicicletas, que foram desenhadas no rosto e vestimentas dos personagens
Nos últimos anos o artista toscano Exit Enter divulgou pela cidade seus personagens estilizados que são notados e apreciados pelo público nas ruas. É quase impossível não ter notado suas obras de “homenzinhos” por Florença. Ele retrata cenas simples, símbolos de entrada e saída de um mundo de possibilidades ou, simplesmente, metáforas de fuga da realidade.

Do artista Exit Enter: seus personagens são simples nas linhas e nas cores
Seus desenhos invadiram a cidade com as palavras “free”, “exit” e “lost”, sempre em preto e vermelho. O artista manifesta-se de acordo com o que percebe sobre ambiente circundante e de acordo com seu estado emocional.

Os homenzinhos de Exit Enter, desenhados com linhas pontilhadas, nascem de pequenas histórias, perseguem corações, voam agarrados a balões, veneram flores e procuram saídas

Obra perto da piazza Santa Croce, de Lediesis
E caminhando por Florença prestando atenção também nos muros, não é dificil se deparar com as obras de Lediesis, que também faz mistério sobre sua identidade, que provavelmente é constituído por um pequeno grupo de amigos. Em suas obras pela cidade, os artistas anônimos homenageiam mulheres dando-lhes superpoderes. As heroínas transbordam emancipação, independência e consciência.

As obras assinadas Lediesis falam por si e contam a história de protagonistas da cultura contemporânea que se tornaram heroínas, exibindo o inconfundível “S” no peito, que é símbolo do Super-Homem e dando uma piscadinha de olho para o observador, para capturar a atenção de quem passa diante de suas obras.


Da artista franco-asiática que assina Showshowart. Não sei se existem outras obras dela aqui na cidade, mas adorei essa que vi perto da Ponte Vecchio
Infelizmente algumas manifestações são abusivas e representam uma dor de cabeça para a cidade, que constantemente precisa pintar os muros para evitar poluição visual. Mas a arte urbana nos faz refletir e transmite mensagens sociais importantes. Você prefere que as expressões artísticas se limitem aos espaços fechados dos museus ou admira a Street art à ceu aberto?
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