Montefioralle, no Chianti Classico

Montefioralle, que pertence à cidade de Greve in Chianti, é provavelmente um dos mais antigos vilarejos do Chianti.  O burgo é minúsculo e conserva até hoje  parte das muralhas originais que o circundam.

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Até 1630 o nome do burgo era Monteficalle

 

Com cerca de 100 habitantes, Montefioralle, localizado sobre uma colina, fica a apenas 2 Km de Greve e é circundado de plantações de azeitonas e uvas, afinal, estamos na famosa e encantadora região da Toscana, meta desejada não apenas pela beleza da paisagem mas também pelos excelentes produtos locais, como o vinho e o azeite.

 

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Durante a Idade Média era um dos centros militares e administrativos mais importantes da região. Os primeiros núcleos habitacionais referem-se ao ano de 1085, com as famílias Ricasoli, Benci, Gherardini e Vespuci. Inclusive muitos relatos dizem que o navegador fiorentino Américo Vespúcio  passou parte de sua infância em Montefioralle.

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Montefioralle é um pequeno e muito bem preservado burgo medieval com poucas ruas circulares. Posicionado no alto de uma colina, era importante ponto durante as guerras entre Firenze e Siena.

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O vilarejo  desenvolveu-se em volta ao antigo castelo e é dali  que partem suas poucas vielas estreitas que constituem o burgo, com construções em pedra e algumas torres de aspecto medieval.

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Montefioralle é o destino ideal para quem busca um lugar tranquilo para passear.  Não há muitas atrações na cidade, mas para quem gosta de vivenciar o ritmo de um burgo pacato e quiser ter a possibilidade de bater um papo com os moradores, grande parte constituído de pessoas mais idosas, vale muito a pena a visita! Não circulam carros pelo vilarejo, o que torna o passeio ainda mais interessante. Você vai se divertir ao caminhar por suas ruas com chão de pedra e descobrir as passagens secretas sob os arcos em pedra e admirar o capricho dos moradores com suas casinhas, adornadas com vasinhos floridos e plantas.

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Montefioralle apresenta construções em pedra e vielas estreitas enfeitadas por flores e plantas

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A pracinha que dá acesso à igreja

No ponto mais alto fica a igreja de Santo Stefano, reconstruída nos séculos 17 e 18.  Atrás do altar,  o quadro  Trinità e Santi, do século 15. Outra famosa obra é Madonna con bambino, atribuída ao Maestro di Monteioralle identificado por alguns estudiosos como Meliore di Jacopo e data do final do século 13.

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A igreja de Santo Stefano, padroeiro da cidade

 

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Como chegar:

Não há estação de trem em Montefioralle. Para chegar até o vilarejo é preciso pegar um  ônibus Sita até Greve e de lá pegar um táxi ou percorrer o caminho a pé, são 2,4 Km. De Montefioralle até Siena são 45 Km e 33 até Firenze.

 

Eventos em Montefioralle:

Festa delle Frittelle- acontece no primeiro domingo depois de San Giuseppe (março)

I Vini del Castello- no mês de maio

 

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Um passeio pela Sicília

A Sicília é a ilha dos sonhos de muita gente! Quando eu soube que a Adriana e o Pierluigi, do Vou Aprender Italiano, estavam indo pra lá, perguntei se topariam compartilhar parte da viagem com a gente. Eles  já participaram do Amici Miei contando sobre a história de amor deles (não deixem de conferir, rs!).  E dessa vez participam mostrando aos leitores do Grazie a Te um pouco da viagem à Sicilia,  realizada no mês de agosto:

 

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Pierluigi e Adriana são super queridos! Eles moram em São Paulo e eu tive o prazer de conhecê-los neste verão em Firenze. Como eu adoro quando o blog me proporciona essas possibilidades!

 

Nossa vinda à Itália este ano teve um gostinho diferente!  Isso porque, apesar do Pierluigi ser siciliano, estamos visitando alguns lugares da ilha em que ele nunca tinha ido antes. Um deles é Custonaci, um vilarejo com aproximadamente 5.500 habitantes, na província de Trapani.  Custonaci com certeza não é uma das rotas turísticas principais da Sicília, fomos para lá para visitar um amigo muito especial do Pierluigi, o Diego. Assim que chegamos, a tranquilidade daquele vilarejo me fez pensar que Custonaci era muito pouco interessante. Doce engano. Diego e a sua esposa nos mostraram uma região encantadora e cheia de particularidades. Nosso primeiro passeio foi até a Grotta Mangiapane, que se encontra na Reserva de Monte Cofano.

 

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Um pouco do vilarejo e no fundo a entrada da “Grotta Mangiapane”

Como eles mesmo a definem, a gruta é um burgo parado no tempo. Se trata de um antigo assentamento pré-histórico, habitado desde o Período Paleolítico (pasmem!), e que depois, graças à família Mangiapane, nos primeiros anos de 1800, foi transformado em um vilarejo, com casas baixas e próximas umas das outras.

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Chegando lá, somos recebidos por um senhor muito simpático que conta a história da gruta e nos dá algumas orientações. Depois da explicação sucinta, ele nos deixa livre para “explorar” a região. O passeio é quase cinematográfico, com uma rica vegetação, animais e ambientes de um verdadeiro lugarejo já habitado, com oficinas de sapateiro, barbeiro, quarto, cozinha…

 

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Reconstrução do salão do barbeiro no vilarejo da “Grotta Mangiapane”

 

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E aqui a cozinha decorada do vilarejo na “Grotta Mangiapane”

 

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Detalhe das placas nos cômodos do vilarejo: dialeto siciliano, italiano e inglês

Tudo decorado com objetos antigos, o que nos faz respirar uma atmosfera bem particular daquele espaço natural e ainda íntegro. Ficamos sabendo que na época natalina, na Grotta Mangiapane se realiza um Presépio Vivente, em que os próprios moradores de Custonaci se vestem a caráter e encenam não apenas o nascimento de Jesus, mas também as profissões da época. Imaginem que experiência única poder conhecer a gruta nesse período? É sem dúvida um novo jeito de valorizar o patrimônio cultural e a tradição siciliana. A visita prevê uma contribuição de 3 euros à associação encarregada em cuidar do lugar (durante o Presépio Vivente o valor é de 10 euros).

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Depois do almoço e da sagrada “sonequinha” pós-almoço que os italianos fazem, realizamos um passeio a pé pelas ruas de Custonaci e podemos sentir aquela tranquilidade de uma cidade siciliana com alguns moradores locais.

 

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Conhecemos o Santuário de “Maria Santissima di Custonaci”, uma igreja cheia de detalhes com uma imagem lindíssima da Madonna que amamenta Jesus. Continuando a nossa caminhada pela cidade, não poderíamos deixar de ir ao promontório de Custonaci e chegando lá, a vista panorâmica que encontramos é de deixar qualquer um de boca aberta. Além de toda paisagem é possível avistar também Erice, uma antiga cidade fenícia e grega, localizada em um monte a quase 800 metros de altura, que está a apenas 18km de Custonaci.

 

Finalizamos o nosso dia com uma bela pizza! Um hábito italiano (e que eu acho que nunca vou conseguir entender) é pedir uma porção de batatas como entrada, nas pizzarias. E depois, com aquele belo prato de fritas na sua frente (e você morrendo de fome) como se faz para resistir? Naquela região da Sicília além das fritas e dos croquetes de batata, é muito comum servirem também as “panelle”, que são salgadinhos fritos feitos de farinha de grão de bico, que são característicos de Palermo! Vale a pena provar!

 

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No nosso segundo e último dia de passeio tínhamos 2 opções sugeridas pelos nossos anfitriões: a primeira era uma trilha na Reserva Natural “dello Zingaro”, e a segunda era seguir estrada até a famosa praia de San Vito Lo Capo, passando pela paradisíaca Baia di Santa Margherita. É claro que em outros tempos ficaríamos em dúvida e provavelmente escolheríamos a primeira opção, mas hoje, com nosso filho Matteo de 2 anos e 8 meses nem pensamos duas vezes: San Vito Lo Capo (de carro… rsrsrs) foi o nosso destino!

 

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A incrível vista de San Vito Lo Capo e seu mar azul cristalino

Essa, definitivamente foi a melhor escolha, pois no período entre 1º de junho à 30 de setembro das 8:30 até às 20:30 a área da Baia di Santa Margherita é fechada para carros. Os visitantes que querem chegar a vários pontos da costa devem estacionar e utilizarem o Ercolino, um trenzinho turístico gratuito. Imaginem só a alegria do Matteo! A Baia é lindíssima, dizem que é um dos panoramas mais espetaculares e fotográficos da Sicília ocidental. Não duvido! Definitivamente a Baia di Santa Margherita é uma etapa imperdível para quem ama correr atrás de descobertas naturais da Itália! Depois continuamos seguindo de carro até San Vito Lo Capo, que é considerada uma das praias mais bonitas da Itália. Bem turística, San Vito é um espetáculo à parte, combinando suas casas baixas floridas com um azul brilhante do mar. Cheia de acomodações e restaurantes fiquei com muita vontade de ficar alguns dias aproveitando mais daquele paraíso, mas não foi dessa fez! A verdade é que, depois de conhecer tantos lugares incríveis naquela região, motivos para voltar não faltam!

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San Vito Lo Capo com sua atmosfera turística cheia de restaurantes e acomodações

 

Obrigada Adriana e Pierluigi pelo delicioso relato e pelas lindas fotos!

 

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Pierluigi criou um curso de italiano e dá dicas super preciosas e com método eficaz para quem quer aprender a lingua de Dante! O Vou Aprender Italiano tem uma fanpage no Facebook e quem quiser seguir basta clicar aqui e dar um like!

 

 

 

Carro Matto, uma festa tradicional fiorentina

A Itália é um país que perpetua as suas tradições. Seja de cunho religioso, cultural ou social, de norte a sul as festividades reúnem   moradores e principalmente turistas.  Uma das típicas festas de Firenze é o Carro Matto, que significa carroça maluca: puxado por bois da raça Chianina carregados de frascos de vinho, a carroça, proveniente da região do Chianti denominada Chianti Rufina, chegava até Firenze para que o Bispo benzesse a bebida que era oferecida aos Senhores de Firenze.

 

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Vinho tinto – A carroça louca desfila pelas ruas do centro histórico com quase 3 mil frascos de vidro e palha, que são típicos aqui da região Toscana

 

 

Este ritual começou na época da República Fiorentina e acontece sempre no  4º sábado do mês de setembro.

 

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A festa começou na época da República Fiorentina (que foi instituída em 1115)

Localizada a 30 Km da capital toscana,  Rufina promove o evento Bacco Artigiano, que dura 4 dias (começa na quinta, 3 dias antes do Carro Matto, e vai até o domingo).

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O cortejo que desfila pelas ruas do centro histórico

 

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Exibição dos “sbandieratori” em frente ao Palazzo Vecchio

 

Carro Matto – O carro é puxado por bois brancos e acompanhado por um cortejo onde os participantes desfilam com roupas renascentistas e por jogadores de bandeiras, os sbandieratori.

 

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A chegada da carroça maluca na piazza della Signoria (foto fiorentini nel mondo)

 

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Depois de receber a benção na igreja San Carlo, na via Calzaiuoli, o vinho é oferecido às autoridades que brindam à saúde do povo fiorentino.

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Informações:

O cortejo parte às 15:30 do Palazzo di Parte Guelfa e segue para via Calimala, via Roma e Piazza San Giovanni, onde encontrará o Carro Matto. O vinho será benzido no sagrado do Dumo, de onde o cortejo prossegue pela via Calzaiuoli para chegar até a igreja San Carlo dei Lombardi.

 

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Antes do término do cortejo em Piazza della Signoria, parada na igreja San Carlo dei Lombardi

 

 

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Streetstyle outono, Firenze

O outono vem chegando alternando dias de sol com chuva. Praticamente quase todos os dias da semana passada foram agradáveis e ensolarados mas o domingo  foi chuvoso e mais fresquinho. E hoje o sol voltou a brilhar e deve prevalecer por todo o restante da semana, segundo a meteorologia.  Como costuma acontecer nos meses de meia-estação, é grande a diferença de temperatura que temos pela manhã e à noite em relação ao horário de almoço. Para a semana preveem média de 13 graus bem cedinho e ao anoitecer,  enquanto no meio do dia deve ficar em torno dos 25. Por esse motivo a gente precisa se vestir como “cebola”, ou seja, em camadas. No decorrer do dia a gente sente mais calor e se livra de algum casaquinho ou echarpe, acessório importante e super prático para a estação.

Fotografei alguns looks dos últimos dias para mostrar os outfits desse início de outono. Vamos ver o pessoal tem usado em Firenze?

Boa semana!

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7 dias na Toscana

Para nós brasileiros,  acostumados com a imensidão do nosso país, a Toscana pode nem ser tão grande. A região tem uma área de 23 mil quilômetros quadrados mas é cheinha de lugares “imperdíveis” para conhecer! E é aí que muita gente se atrapalha achando que vai conseguir visitar a região de norte a sul em apenas 1 semana. Te adianto que é impossível fazer toda a Toscana numa só viagem pois não só as cidades maiores, mas cada vilarejo, tem muito a oferecer! A Toscana é dividida em 10 províncias e cada uma delas recebe o nome de sua principal cidade: Florença, Siena,  Lucca, Pisa, Prato, Pistoia, Livorno, Arezzo, Grosseto e  Massa Carrara. Neste post te ajudo a organizar o seu roteiro de 7 dias na Toscana!

 

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A Toscana é uma das 20 regiões italianas e está localizada na área centro-norte. É vizinha das seguintes regiões: Lazio, Umbria, Marche, Emilia Romanha e Liguria

 

A Toscana é uma das regiões mais visitadas da Itália: são cidades de arte, burgos e muitos vilarejos super característicos que nos seduzem a querer incluí-los no roteiro. Quantas vezes você ja ouviu aquele amigo dizer que você não pode perder por nada uma visita à uma tal cidadezinha da Toscana? E na empolgação de não querer deixar de fora os locais aconselhados,  as pessoas acabam cometendo erros ao querer  passar por tantos lugares.  Já cansei de ouvir: “a gente dá uma paradinha apenas pra conhecer”.  Cada deslocamento exige tempo e estudo de logística. Não se esqueça de programar  o seu tempo de acordo com o meio transporte escolhido (e caso resolva ir de carro, leve em consideração que você vai precisar buscar estacionamento, por  ex).  Portanto, seja conciso com seu roteiro, afinal, que sentido há uma viagem para uma região tão charmosa e especial num ritmo frenético? Não caiam nessa! Não dá pra curtir uma viagem dessa forma, acaba virando um estresse. Se você tem 7 dias na Toscana, para te ajudar,  preparei 3 roteiros bem parecidos que têm como base Firenze e os arredores de Siena:

 

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Se você tem apenas 7 dias na Toscana, tenha consciência que não conseguirá visitar toda a região e selecione as cidades de acordo com o que mais te interessa a partir do que você pesquisar

 

 

7 dias na Toscana ( com 3 opções de roteiros)

Dias 1 e 2 – Firenze 

A capital da Toscana apresenta muitas atrações para visitar.  Dedique 2 dias no mínimo para visitar Firenze, o Berço do Renascimento é uma das mais importantes cidades italianas. Você não vai precisar de carro aqui na cidade,  aliás, andar de carro por aqui não é nada simples devido às áreas de tráfego limitado e à dificuldade de conseguir estacionamento. Neste post tenho sugestão para um  roteiro de 2 dias.

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Berço do Renascimento, Florença é a capital da Toscana

 

 

Dia 3 – Pisa e Lucca

Você poderá ir de trem para essas 2 cidades. No mesmo dia você pode conhecer as 2 cidades. Aqui posts sobre as 2 cidades: o que ver em Pisa e bate-volta de Firenze a Lucca .

 

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A piazza dei Miracoli e a torre pendente de Pisa

 

Dia 4 – Chianti (Greve, Panzano e Volpaia)

Sugiro que você pegue o carro para explorar a encantadora região do Chianti, famosa produtora de vinhos e azeite. Imperdível um passeio pela Toscana rural com as plantações verdes que cobrem as colinas da região. Para não ter que voltar para Firenze (pela questão da dificuldade de conseguir estacionamento e evitar transito eu escolheria um agroturismo na região do Chianti).  Considere se  hospedar em Colle di Val d’Elsa,  que fica a 30 Km de Siena e a 50 Km de Firenze (50 minutos de carro).

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O burgo de Colle di Val d’Elsa

 

Dia 5 –  San Gimignano e Volterra  

De Colle di Val d’lElsa até San Gimignano são apenas 15 km (22 minutos de carro). San Gimignano é uma das cidades medievais mais bem preservadas da Europa. Nesse post trago dicas sobre o que fazer em San Gimignano. Como fica bem perto, a apenas 29Km, você pode incluir Volterra no passeio e ficar até anoitecer  para jantar na cidade. De Volterra você pode voltar para Colle di Val d’Elsa (são 28 Km, 40 minutos).

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San Gimignano

 

Dia 6 – Monteriggioni e Siena 

Colle di Val D’Elsa fica a 18 Km de Monteriggioni e a 30 Km de Siena.  Você pode começar o dia em Monteriggioni, que é um pequeno burgo murado e fica bem perto da estrada. Inclusive é fácil conseguir estacionar perto da entrada da cidade e dali partir para explorar o vilarejo a pé. Em no máximo 2 horas você terá curtido a cidade e já pode prosseguir  para  Siena,  uma importante cidade de arte com sua espetacular Piazza del Campo.  No final do dia prossiga para Montalcino (42 Km, 55 minutos de percurso), Cortona (75 Km, 1 hora) ou vá até Pitigliano ( são 115 Km, cerca de 2 horas de viagem).

3 opções  diferentes para o último dia:

 

Dia 7 – Região do Val d’orcia (Montalcino, Pienza e Montepulciano) 

Para quem busca um roteiro mais tranquilo (e romântico), em contato com a natureza ou para os que querem degustar  in loco um dos melhores vinhos do mundo: Montalcino é o berço do Brunello! Nessa região do Val d’Orcia estão também Montepulciano e Pienza (onde é produzido o queijo pecorino).

 

 

Dia 7 –  Cortona e Arezzo (ou Anghiari)

Se você assistiu Sob o sol da Toscana (veja aqui filmes gravados na Toscana) é claro que vai apreciar ainda mais um passeio pela graciosa cidade de Cortona.   Divida o seu passeio em Cortona com uma visita à Arezzo  (que dista 29 Km) ou Anghiari (51 km).

 

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A pracinha principal na cidade de Cortona

 

Dia 7 – Pitigliano e Saturnia

Pitigliano é um burgo da província de Grosseto, região da Maremma.  A poucos minutos de Pitigliano está Saturnia, uma pequena cidade famosa por suas águas termais desde a época Romana.  Para quem curte as termas tem a possibilidade de usufruir dos SPAs a pagamento com várias piscinas de águas quentes ou então as cachoeiras da Cascatelle del Mulino, local de accesso livre, onde as águas termais criaram piscinas naturais em travertino.

 

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Le Cascatelle, as termas com acesso gratuito

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Chianti Classico

 

 

 

 

Ponte Vecchio, a ponte de ouro de Florença

Um dos símbolos de Florença, a Ponte Vecchio, é uma das mais famosas pontes do mundo. Foi a única ponte da cidade poupada durante a 2ª Guerra Mundial.
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No verão a ponte ganha os tons alaranjados. Reluz como ouro!!!

A ponte liga o centro histórico da cidade ao Oltrarno, região mais autêntica e boêmia da cidade, onde encontramos inúmeras bodegas de artesãos, barzinhos descontraídos, ateliês e lojas de restauradores.
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Observando-a de longe vemos diversas casinhas em tons amarelo-ocre que são na verdade joalherias,  distribuídas em ambos os lados da ponte.
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Vista da Ponte Vecchio através da ponte vizinha, a elegante Ponte Santa Trinità

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Algumas das lojas que encontramos na Ponte Vecchio são geridas pelas mesmas famílias há séculos

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Na Idade Média a Ponte Vecchio era utilizada para proteção contra os inimigos que podiam atacar a cidade através do rio Arno

Sua origem é incerta, mas provavelmente  foi construída durante o Império Romano. Inicialmente tinha sido realizada  em madeira e depois de  muitas enchentes, sendo uma devastadora a de 1333 que a destruiu, foi reconstruída  por Taddeo Gaddi em 1345 em pedra e  foi a primeira ponte da história em que arcos rebaixados foram usados para construção.
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Fotos de diversos ângulos e momentos que registrei da Ponte Vecchio e que foram postadas no Instagram do blog. Se ainda não segue, aqui vai @grazieateblog

 

Desde o século 14 a ponte era vista como uma continuação da estrada urbana e era ocupada por bodegas populares, como açougues e horticultores, que despejavam os resíduos diretamente no Arno.

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À esquerda o Corredor Vasariano

 

A passagem secreta sobre a ponte – Em 1565 o grão-duque Cosimo I de’ Medici solicitou à Giorgio Vasari que construísse uma passagem secreta ligando o Palazzo Vecchio ao Palazzo Pitti.  Muita gente que passeia por ali nem percebe o Corredor Vasariano, que faz parte da Galleria degli Uffizi.  O secreto corredor permitia que as prestigiosas famílias que dominavam a cidade pudessem passar de uma lado ao outro da cidade sem serem vistos.
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O Corredor Vasariano passa ao lado da Torre dei Mannelli

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A ponte era praticamente um mercado de peixe, carne, fruta e verdura. O local passou a funcionar como um mercado e os comerciantes descarregavam os resíduos diretamente no Arno, provocando mau cheiro

Em setembro de 1593, o grão-duque Ferdinando I exigiu que os açougues e bodegas passassem a funcionar em outro local para dar lugar à joalherias, visto que o local era passagem de nobres senhores, que transitavam entre o Palazzo Vecchio e o Palazzo Pitti, no Oltrarno.  O prazo estabelecido foi de 9 meses para que os comerciantes deixassem o local.  Eles foram transferidos para a Praça do Mercado, atual Piazza della Repubblica.
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A Ponte Vecchio passou a ser um ponto comercial famoso não apenas de venda, mas também de produção com lojas de ourivesaria de prata e ouro, com jóias e ornamentos

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Na área central da ponte estátua de Benvenuto Cellini. Ele foi o ourives mais famoso da cidade do século 16. É dele a obra Perseus com a Cabeça de Medusa, uma das minhas prediletas na Piazza della Signoria

 

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Os cadeados em torno da estátua de Benvenuto Cellini. Os apaixonados insistem mas é proibido colocar cadeados nas grades. Existe uma  multa de 50 euros que foi estabelecida pela prefeitura da cidade pra quem infringir a lei.
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A meridiana colocada no século 14. Este relógio de sol é um antigo instrumento para medir o tempo de acordo com a posição do sol. Está localizada perto do monumento dedicado à Benvenuto Cellini

A foto abaixo foi durante uma visita à Società Canottieri di Firenze no início do outono.
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Verão na Sardenha

A Sardenha sempre esteve entre os meus mais desejados destinos de viagem na Itália.  Precisei adiar por alguns anos pela incompatibilidade do período das minhas férias com as do meu marido ou porque não queria fazer esse tipo de viagem com criança pequena. Não sou tão aventureira para me atrever a explorar praias de difícil acesso (que são as mais bonitas!)  com filho muito pequeno.  Até que este ano,  meio que por acaso, comentava sobre as praias da Sardenha com amigos e resolvi pesquisar pra ver se ainda conseguia alguma coisa legal a um preço razoável.  As férias do marido coincidiam com o período que eu tinha, as crianças com 5 e 8 anos já podem aproveitar melhor esse tipo de destino e por sorte o ferry para a travessia com carro e a casa para o período em que queríamos não estavam exageradamente caros. De um dia pro outro fechamos tudo. Menos de 1 mês depois estávamos embarcando.

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Embarque no porto de Livorno, na Toscana

Fizemos com a Sardinia Ferries a travessia de Livorno, na Toscana, até Olbia, norte da Sardenha. O valor das tarifas  varia de acordo com o modelo do carro, da data da viagem e do número de passageiros a bordo. O valor da travessia para uma família com 2 crianças em julho ficar na média de 500 euros. Por 20 euros optamos por uma cabine com 4 camas, o que recomendo, principalmente para quem viaja com criança. O navio tem 2 restaurantes, boutiques, área de jogos , piscina e entretenimento. Mas como havíamos saído de Firenze às 6 da manha optamos logo após o embarque descansar um pouco na cabine.  O embarque foi às 7:30 e a nave partiu às 8 horas em ponto. Desembarcamos depois de pouco mais de 6 horas e fizemos mais 2 horas de carro ate o Golfo de Orosei, no leste da ilha. A viagem é longa!

Golfo de Orosei

Nos hospedamos numa casa que encontra-se na localidade de Sos Alinos, no Golfo de Orosei, mais ao sul da cobiçada cidade San Teodoro, que apresenta boa estrutura  hoteleira, com vários resorts, restaurantes e bonitos casarões. O Golfo de Orosei que abrange grande parte da costa leste. A casa onde ficamos era a 10 Km do centro histórico de Orosei.

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Uma imagem com o drone feita nas proximidades da casa onde ficamos

A escolha por essa região  foi principalmente devido ao fácil acesso às praias.  A região ganhou esse nome devido à Orosei, cidade da província de Nuoro. Orosei conta com cerca de 7 mil habitantes e seu ritmo é bem tranquilo. O centro histórico é minúsculo, dá para explorá-lo tranquilamente a pé. Casas com construções de pedra, onde senhorinhas colocam a cadeira na porta de casa pra bater papo. Em Orosei fica a Marina di Orosei de onde saem muitas embarcações turísticas.

 

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De origem romana, o centro histórico de Orosei

 

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Igreja de San Giacomo, padroeiro da cidade.A Igreja de San Giacomo dedicada ao padroeiro da cidade 25 julho

 

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As senhorinhas sardas

As praias

Toda a  Sardenha é espetacualar, mas as prais mais bonitas são  aquelas de difícil acesso, onde é possível chegar  depois de superar muitas rochas ou então pelo mar. O Golfo de Orosei apresenta uma paisagem espetacular com muitas praias paradisíacas.  Vou agora mostrar algumas das mais praias onde estivemos:

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Cala Liberotto– Uma das localidades mais bonitas da costa, a praia de Cala Liberotto além de linda, também apresenta  facilidade de estacionamento. As praias  desse pedaço do litoral são ótimas para crianças, pois são rasas possibilitanto que os pequenos brinquem à vontade à beira mar. As águas são claras e em diferentes tonalidades de azul.  É possível alugar barraca e sombrinha. Existem campings nessa área e muitos bares e restaurantes bem pertinho.

 

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Cala Ginepro – A praia é grande, com areia clara e fina e o mar límpido. E a vantagem é que não é tão cheia.  O estacionamento fica próximo à praia, a caminhada dura uns 5 minutos. Também aqui existe estrutura com aluguel de guarda-sol e espreguiçadeiras.

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Cala Luna e Cala Mariolu –  Como o acesso a algumas das mais lindas praias do golfo é por mar, escolhemos um mini-cruzeiro de um dia que inclui parada nas praias de Cala Luna e Cala Mariolu, passando por lugares encantadores do litoral.   O passeio de um dia no barco Davide e Golia custou 40 euros adulto e 20 crianças (de 4 a 10 anos). Saimos às 10 e voltamos às 18 horas.

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Na praia de Cala Luna

 

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E a cor da água da praia de Cala Mariolu!?!

 

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Cala Mariolu, a grande surpresa do golfo. Incrível a beleza do lugar!

 

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A praia é de pedras

O passeio de barco passa pela esplêndida Grutta della Contessa Navarro, onde a cor do mar é de um azul cobalto impressionante!  Passamos também pela  Piscine di Venere.

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Piscine di Venere

Cala Gonone –  nossa visita à Cala Gonone foi rápida, passamos para tomar um sorvete e passear à beira mar.  Para mais informações, vejam o post da Fabiana, do excelente blog Loucos por viagem , que mostra como foi a sua visita por lá. Aproveitem e peguem  dicas preciosas dos passeios da Fabi 😉

O balneário de Cala Gonone, com excelente estrutura

Cala Fuili – esta  é uma das praias mais próximas com acesso de carro.  Fica ao sul de Cala Gonone, onde bem próximo existe um estacionamento. Dali  é possível sair a pé para explorar outras praias.

 

Oasi di Berchida– Essa é uma praia  mais selvagem com estacionamento a pagamento. Para passar o dia, o estacionamento custa 10 euros (5,50 meio dia). A praia é enorme e com pouca gente. Existe um bar-restaurante e uma parte da  praia é a pagamento e  o estabelecimento fornece guarda-sol e espreguiçadeira. No local também tem aluguel de pedalinho. Bem pertinho dali fica o Oasi di Bidderosa, praia a pagamento e com número limitado de visitantes, onde é  necessário fazer a reserva e infelizmente deixamos para os últimos dias e nao conseguimos agendar.  É bom reservar com uma semana de antecedência.

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A caminho do Oasi Berchida, que é de estrada de chão

Capo Comino – A linda praia de Capo Comino, que mais parece uma piscina, fica na provinica de Siniscola. Passamos por essa praia no dia de nosso retorno e nos arrependemos amargamente de não termos ido até ali passar um dia. O estacionamento é a pagamento (10 euros por dia).

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Capo Comino é incrivelmente linda!

 

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O elegante bar na beira da praia de Capo Comino

 

Comidas típicas:

Considerada simples, a cozinha dessa região da Sardenha é de produção agropastoril e pesqueira. Baseia-se em pratos de carne, como o Porchetto (espetinho),  presuntos, salames, porco e peixe.  Existe uma grande variedade de queijo pecorino na ilha .  O pão consumido é o curasau e pra ser bem sincera, não me entusiasmou muito.  Dentre os doces, muitos são feitos com mel, outro produto da região. Em meios passeios por Orosei não resisti ao torrone feito com mel, nunca comi na nenhum mais gostoso!  Tem também os doces chamados de tiliccas e caschettas, mas eu não experimentei.  Dentre as bebidas para se degustar em uma viagem à ilha estão a cerveja sarda Ichnusa, o Passito, os vinhos Cannonau e Vernaccia di Oristano e o licor Mirto .

 

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A Sardenha é região produtora de azeite. Esta é a casa onde ficamos hospedados, com dezenas de oliveiras nos jardins. Ganhamos de presente uma com azeite produzido com as azeitonas do local

Hospedagem

Ficamos na localidade de Sos Alinos, a poucos minutos do mar. A casa que alugamos foi reestruturada ano passado e fica no alto de um morro, de onde a vista é um deleite.  Toda a casa é linda, com uma maravilhosa área externa, com gramado,   churrasqueira e uma mesa grande na varanda com vista pro mar. A Casa Vacanze La Vela é uma casa com 2 andares, 2 quartos e 2 banheiros e acomoda até 6 pessoas.

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A bela casa onde nos hospedamos. Fomos recebidos com produtos locais, como vinho e biscoitinhos! Grazie, Giovanna!

 

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O sol anunciando mais um dia nessa paradisíaca ilha

Não esquecer de levar:

Repelente contra mosquitos

Guarda-sol e cadeiras de praia

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Um passeio no Oltrarno, bairro cool de Firenze

Para apreciadores e curiosos da autêntica e tradicional vida fiorentina, passear pelas vielas do Oltrarno é um deleite!  O quarteirão que engloba Santo Spirito, San Niccolò e San Frediano é situado na zona sudoeste de Firenze.  O coração pulsante é a praça Santo Spirito, onde todas as manhãs acontece um mercadinho. Ali, em meio às frutas e verduras da estação,  stands de roupas e alimentos e barracas de plantas e flores, a gente pode observar o estilo de vida dos locais, fiorentinos autênticos e adotados, que conversam entre si, trocam receitas,  comentam sobre o tempo e são figuras primordiais para compor cenas do quarteirão mais hipster e atual da cidade! Aliás,  Borgo San Frediano, que na verdade é uma rua, foi eleito em 2017 pela Lonely Planet como o cantinho mais cool do mundo!

Oltrarno em fiorentino seria Diladdarno (de la do Arno)

oltrarno

Bastante frequentada por jovens e notívagos, a região do Oltrarno é realmente cheia de charme e famosa pelas inúmeras bodegas de artesãos, bistrôs, lojas de antiguidades e mercadinhos.

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A Praça Santo Spirito e a igreja homônima

Passeando pela região do Oltrarno para descobrir suas principais atrações:

Praça e a Igreja de  Santo Spirito

A praça de Santo Spirito é o coração pulsante do Oltrarno. Na praça acontecem muitas manifestações musicais e culturais. Diariamente acontece o mercadinho de frutas, verduras e roupas. E desde 1986 acontece o mercadinho,  sempre no segundo domingo do mês (exceto julho e agosto).  São cerca de 100 expositores do setor de antigüidades e artesanato, além de uma área reservada ao setor de alimentos, com produtos biológicos,  plantas e flores. O mercado acontece das 9 às 19 h.

 

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Todo segundo domingo do mês acontece o mercadinho na praça Santo Spirito. Bolsas vintage, objetos para casa, bijouteria, flores e artigos para colecionadores

 

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Inúmeros bistrôs e restaurantes circundam a praça Santo Spirito

 

A Basílica de Santo Santo Spirito, localizada na praça homônima, foi projetada por Filippo Brunelleschi e é uma das mais belas criações arquitetônicas do Renascimento e foi seu último grande projeto.  Sua construção foi iniciada em 1444 , sobre os restos do convento agostiniano destruído durante um incêndio no ano de 1371.  Depois de sua morte, em 1446, os  trabalhos foram continuados por Antonio Manetti, Giovanni da Gaiole e Salvi d’Andrea, que foi o responsável pela construção  da cúpula. A igreja foi concluída em 1487. No interior, há obras dos mais famosos artistas florentinos, como o crucifixo de madeira realizado por  Michelangelo em 1493 e a pintura de Filippino Lipi,  Pala Nerli, feita entre os anos de 1485 e 1488.

 

A igreja de Santo Spirito foi projetada por Brunelleschi. O acesso é gratuito e a visita ao museu (Percurso Agostiniano) custa 2 euros

A basílica apresenta arquitetura renascentista, com colunas de arenito decoradas com capitéis coríntios. As abóbadas fornecem uma linda e harmoniosa perspectiva.

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Interior da Basilica de Santo Spirito

Crucifixo realizado por Michelangelo quando havia 18 anos

O campanário de Santo Spirito visto do jardim Frescobaldi

Horários da basílica:

De segunda à sexta ( 8:30 às 13h e das 15 às 18h), sábado das 8:30 às 13:00 e das 15 às 19 h e domingo das 8:30 às 13:30 e das 15 às 19 h

Visitas turísticas:

de segunda à sábado (excluso quarta): das 10 às 13h e das 15 às 18h

domingos e festividades: das 11:30às 13:30 e das 15 às 18h

 

A Igreja de Cestello

Cestello

A igreja do Cestello fica na praça homônima, próxima ao rio Arno. Em estilo barroco, a igreja é uma das mais importantes do bairro. Sua construção foi iniciada em 1450 e concluída no século 20

A Igreja Santa Maria del Carmine

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A igreja Santa Maria del Carmine foi construída em 1268 e renovada nos séculos 16 e 17. A igreja sedia a Capela Brancacci, famosa pelos afrescos de Masaccio, Masolino e Lippi (foto divulgação)

 

Tradição e modernidade: o Studio Galleria Romanelli, um atelier de esculturas em Borgo San Frediano, onde a mesma família de artistas exerce sua atividade por quase dois séculos

A Porta de San Frediano, construída por Andrea Pisano no século 14,  faz parte do antigo cerco murado de Firenze e é aberta à visitação durate um período do ano.

A Porta de San Frediano, parte das antigas muralhas da cidade

 

Esquina em Borgo San Frediano

 

Ateliês e bodegas – O bairro é caracterizado por diversas lojinhas e bodegas de artesãos. As minhas ruas prediletas para conferir artesanato e produtos feitos a mão são a  Via Santo Spirito e a Borgo San Jacopo.  Mas se você adentrar pelas vielas do bairro vai se maravilhar com verdadeiros tesouros: espaços minúsculos  onde a gente pode assistir artistas em ação criando bolsas, produzindo bijus e objetos de arte com muita autenticidade e criatividade.  A via Maggio  é a rua  que concentra as prestigiosas lojas de antiquariado.

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Na via Santo Spirito: um encanto as peças de madeira da lojinha La Bottega di Mastro Geppetto

 

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Adorável cantinho para um snack e um drink: Il Santino

 

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Um feixe de luz solar entre os prédios de Santo Spirito

 

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A rua Santo Spirito e suas lojinhas cheias de charme

 

Piazza della Passera –  Um dos meus cantinhos prediletos da cidade, essa pracinha reúne barzinhos, restaurantes e excelentes locais para um cafe ou um delicioso gelato.

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Santo Spirito veste a camisa dos “Bianchi” (brancos) na época do calcio storico, o futebol medieval da cidade, disputado entre 4 times, com a final sempre no dia 24 de junho, dia de San Giovanni, padroeiro de Firenze.

 

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Uma das mais lindas esquinas do Oltrarno

 

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O artesão Dimitri Villoresi que produz bolsas e acessórios em couro

 

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Uma loja de molduras de madeira na via Toscanella

 

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O Palazzo Pitti

Palazzo Pitti e o Giardino di Boboli –  O projeto atribuído a Brunelleschi era muito menor e menos suntuoso. Em 1549  o prédio foi ampliado e passou à familia Medici.  Sofreu diversas  restruturações durante séculos. Foi sede da família Lorena e da família real italiana Savoia e já foi residência oficial dos grão-duques da Toscana quando Florença foi capital da Itália. Hoje em dia reúne 5 museus e os maravilhosos Jardins de Boboli.

No Oltrarno fica também o Museu de História Natural de Zoologia La Specola, na na via Romana, 17.

San Niccolò – A região  conhecida como San Niccolò fica aos pés do piazzale Michelangelo e tem ares de um pequeno burgo. É um dos bairros mais antigos de Florença e é circundada por muralhas medievais, abriga a Torre de San Niccolò.

A Torre de San Niccolò aberta à visitação apenas um período do ano

Le Rampe – As rampas, construídas entre 1872 e 1876, foram reabertas em maio de 2019, com o retorno da água nas fontes e cachoeiras

 

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A Porta San Miniato, que faz parte do círculo de muralhas da cidade , localizada entre a Via San Miniato e a Via Monte alle Croci. O nome deriva do fato de que a estrada conduz até  a igreja de San Miniato al Monte.

A Porta San Miniato

 

San Niccolò é rico de lojas de artesanato, galerias de arte, restaurantes e bistrôs: é um requisitado cantinho da cidade  para espíritos criativos. É aqui no bairro onde  Clet tem atelier.  Com obras instaladas em diversas cidades do mundo, o artista faz interferências nas placas modificando os cartazes estradais com humor e irreverência. Encontramos o  joalheiro Dari, a marca de sapatos feitos a mão Stefano Bremer  e o perfumista Sileno Cheloni também estão na região.

 

Loja em San Niccolò, que vende artigos realizados com inspiração na streetart florentina

Nas proximidades fica o acesso à praia do Arno, onde no verão reúne gente animada e de bem com a vida a fim de aproveitar o sol, ouvir música ou  brindar com um aperitivo ao anoitecer,  quando os stands que funcionam apenas no verão organizam festinhas à beira do rio no final do dia.

Rafting no rio Arno, em Firenze

Existem várias maneiras de conhecer e admirar uma cidade. Aqui em Firenze, uma super interessante e radical é fazendo um rafting   urbano no Rio Arno.

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Esporte e cultura em cenários e ângulos da cidade que podem ser admirados por uma perspectiva diferente

Incrível essa experiência que tive fazendo o tour com o Firenze Rafting  numa manhã  agradável e ensolarada de verão!  O percurso durou cerca de 1 hora. O ponto de encontro foi na Spiaggia sull’Arno, em San Nicolò, de onde partimos. Depois de um treinamento, que dura poucos minutos, estávamos preparados para iniciar a aventura.

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Depois de um grande período de seca, o rio  Arno está bem vazio. Existem muitos episódios de cheia do rio e o que mais marcou a cidade aconteceu em novembro de 1966, quando uma grande enchente assolou a cidade.

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Improvisei uma sacolinha para o celular e a prendi no colete salva-vidas. Afinal, não dava pra participar de uma aventura dessas sem registrar!

O rafting urbano é mais um passeio. O único ponto de decida é bem no início,  perto de San Nicolò.  Depois dali passamos em frente ao museu  Uffizi, sob a Ponte Vecchio e o Corredor Vasariano.

firenze

É bom demais poder admirar as belezas arquitetônicas de Florença por outro ângulo!

 

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Várias pontes atravessam o Arno. Esta é a Ponte Vecchio, um dos mais famosos cartões-postais da cidade e a única poupada dos bombardeios alemães durante a II Guerra Mundial

Continuamos nosso tour passando pela elegante Ponte Santa Trinità, que liga a via Maggio, endereço de muitas lojas de antiguidades, até a luxuosa via Tornabuoni, endereço das boutiques de grife.

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Lapo, o guia que nos acompanhou no percurso. Ao fundo a igreja do Cestello, no Oltrarno

As atividades são voltadas para crianças e adultos e não é exigida nenhuma experiência anterior.

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Zeno com outro grupo que participou do passeio. Existe a possibilidade de fazer também um aperitivo a bordo, basta solicitar que a empresa organiza

 

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Dá pra fazer rafting no horário do tarde quando a cidade se cobre de dourado na hora que o sol se põe!

 

Firenze Rafting promove também trekking, rafting soft, cursos de caiaque no lago de Bilancino, região do Mugello, MTB, de Firenze a Fiesole de bicicleta, hidrospeed. Para mais informaçoes, clique aqui.

 

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Civita di Bagnoregio, a cidade que morre

Civita di Bagnoregio é um burgo muito especial! Ligada à Bagnoregio apenas por uma ponte, é conhecida como a cidade que morre. Isso porque perde 7 cm a cada ano, devido à erosão.  A cidade foi fundada pelos etruscos há 2500 anos e atualmente conta com apenas cerca de 10 habitantes! A pequena cidade fica região do Lazio, província de  Viterbo, entre Roma e Firenze. Quem faz um relato super simpático sobre esse pitoresco burgo é a Palova Valenti, que esteve recentemente visitando a cidade num bate e volta saindo de Firenze:
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Foi aquela foto! Aquela foto que vi de uma amiga minha e que me deu aquela vontade de ter uma foto igual! Aliás, as fotos sempre tiveram um efeito grande em mim. As fotos da minha irmã mais velha do seu intercâmbio pra Califórnia foram o suficiente pra me motivar e dizer pra mim mesma: também quero! E assim foi o primeiro passo rumo ao meu intercâmbio no Texas com 18 anos. Depois disso dei muitos outros passos… aliás,  viajar é a minha grande paixão! Adoro explorar, descobrir e me jogar!!!
Pois bem… é por isso que estou aqui na Itália! Agora vou contar do meu passeio Civita di Bagnoregio. Primeiro passo: pesquisa! Não existe trem direto! Embora uma amiga tenha me dado dicas legais, eu mesmo assim de metida que sou, quis fazer a minha pessoal! E assim descobri que existiam dois trens que partiam pra lá perto saindo de Firenze. Um que durava 4 horas e ia à Viterbo, e que pra mim seria muuuuuito tempo dentro do trem; e o outro que durava 2 horas e ia pra Orvieto. Já tinha ouvido falar que Orvieto era uma cidadezinha muito fofa, então foi assim que escolhi esse caminho.
Acordei cedinho e peguei o trem das 6:40. Aproveitei e tomei café da manhã na “stazione”, coisa que eu aaaaamo! Escutando minhas músicas, 2 horas e 18 minutos depois chegueeeeeei à Orvieto! Sabia que o ônibus que ia pra Civita di Bagnoregio saía perto do meio dia, então eu teria algumas horinhas pra passear por Orvieto. E valeu muuuuito a pena! Chegando à estação de trem, tive que pegar um “trenzinho” que subia até a cidadezinha … muito parecido, na minha opinião, com o trenzinho que se pega pra subir até o Corcovado no Rio de Janeiro!
Pois bem, além de Orvieto ser um encanto, tive a oportunidade também de pela primeira vez na vida chegar literalmente ao fundo do poço!!! Explico: em 1527 o Papa Clemente VII mandou que construíssem um poço caso faltasse água naquela região! 53 metros e 248 degraus depois, lá estava eu observando o buraquinho de céu azul lá no alto. Foi uma experiência incrível, até porque comecei a sentir um pouco de falta de ar depois de algum tempo no tal “fundo do poço”.
Chegou a hora de pegar o ônibus! Estava maaaaais do que pronta! Foram 50 minutos de estrada num ônibus pinga-pinga. Parava por todo lugar, mas não me importei, porque assim também conhecia a região.
O motorista avisa que chegamos em Civita! Sai a grande maioria dos “turistas” que estava no ônibus! Começo então a caminhar. Reto sempre, era o que me apontava o italiano que havia pedido informação! Reto eu vou, e depois de uns 20 minutos de caminhada, vejo então a paisagem da foto … e ali mesmo me emociono. Começo a subir a pontezinha que liga uma montanha à outra e CLICK, faço também a minha foto! Estava feliz!
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Onde fica afinal essa tal de Civita di Bagnoregio, isolada de tudo e todos? Ela fica na região de Lazio, a 443 metros de altitude! Fundada em 2500 anos atrás pelos estruscos, você só pode chegar até ela através dessa ponte, que pode ser até um pouco assustadora porque quando eu fui ventava muito e no final tem uma bela subidinha!! Mas não se preocupe, ela é muito bem feita e segura!

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Ali moram somente 10 habitantes! Dez?! Sim, dez! Os que estão aí trabalhando durante o dia moram nas cidades próximas! Você pode tranquilamente tomar café da manhã, almoçar e fazer lanches. Eu fiquei maravilhada com a quantidade de lugarezinhos em cada cantinho oferecendo comida e bebidas. E todos lindos! Todo o burgo é muito bem cuidado, com muitas flores decorando cada esquina!
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A cada momento eu tinha que fechar a minha boca aberta porque foi praticamente amor à primeira vista!
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E o mais incrível de tudo desse lugar, e o que o faz também ser muito pitoresco é o fato de a chamarem de cidade morta! Mas por que? Porque devido à erosão daquela montanha isolada, a cada ano ela “diminui” cerca de 7 cm. Devido ao seu material argiloso a erosão é progressiva, por isso a preocupação de que um dia ela “morra”, ou seja , desapareça!
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Civita di Bagnoregio está entre os burgos mais lindos da Itália!

 

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Fique de olho no horário do último ônibus pra voltar até a cidade de Orvieto! Caso queira também, há lugares para se hospedar e passar a noite! Eu acredito que a energia do lugar de manhã cedo e à noite seja inigualável!
Se você pernoitar por lá, eu já estou com inveja de você!!!! Se decidir passar o dia, de 3 a 4 horas é o suficiente pra um bate e volta!
Bom passeio e se deixe apaixonar!!!
Não deixem de assistir ao divertido vídeo da Palova sobre o burgo clicando aqui.
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Civita di Bagnoregio é primeria cidade na Itália a cobrar uma taxa de visitação: 3 euros durante a semana e 5 euros aos domingos

 

Distâncias:
Roma – 135 Km
Firenze – 182 Km
Pitigliano –  44 Km
Cortona –  111 Km
Montalcino – 112 Km
Siena – 139 Km
Obrigada Palova pela sua participação compartilhando com os leitores do Grazie a te a sua experiência!