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Restaurantes vegetarianos em Florença

O blog traz muitas excelentes opções de restaurantes e barzinhos onde você pode  comer bem e saudável em Florença. Dessa vez vou listar excelentes locais que servem opções para vegetarianos e veganos. Confiram a lista de restaurantes que apresentam cozinha rica, variada e criativa:

Ora– Com ambiente informal e acolhedor,  Ora é um excelente restaurante vegetariano com proposta enogastronômica inclusiva e sustentável, com produtos orgânicos e biodinâmicos. O restaurante é fruto da paixão e da dedicação da proprietária Rossella Bartolozzi, que atua no ramo do biológico desde os anos 90, e que fez desse a sua filosofia de vida. E é justamente por esse motivo que percebemos que aqui cada elemento é estudado nos mínimos detalhes, desde a seleção das matérias-primas aos rótulos dos vinhos servidos, que são todos biológicos.  Fazer uma refeição aqui é uma agradável experiencia!   O menu, elaborado pelo chef Diego Babboni, é vasto e os pratos são cuidadosamente preparados com produtos  frescos e genuínos.  Dentre as opções do cardápio:  pudim de beterraba, tartare de abacate, degustação de humus,  pici cacio e pepe, agnolotti com farinha de castanha e ricotta, tudo servido de forma primorosa! Ah, e os doces?  Tem semifreddo de castanha com avelãs crocantes ao rum, mousse de chocolate branco com crumble ao chocolate amargo, tortinha de limão e cheesecake vegano.   O Ora fica na via San Zanobi, 126, r

Ora: local descontraído e com pratos deliciosos, linda apresentação e muito capricho. Sua filosofia baseia-se nos princípios da sustentabilidade e da ética para com o ambiente, animais e também para os trabalhadores

Rosalía Salad Gourmet – O Rosalía abriu sua primeira filial  a poucos passos do Duomo. A Rosalía Gourmet  propõe saladas saborosas, lindas e preparadas com ingredientes frescos da estação, biológicos e a Km 0.  Muitas criações gourmet, com proposta de street food vegano, pratos vegetarianos e uma vasta possibilidade de smoothies com frutas e verduras. E o interessante é que você pode montar a sua própria salada sob medida!  No período de inverno, a Rosalía enriquece o cardápio com sopas e caldos.  Endereços:  Via dei Servi,  37 r ,  via Fazenda, 5 r e Piazza Spadolini, 6 (Novoli).

Rosalía Salad Gourmet, um local aconchegante com mesinhas também na área externa. Saladas caprichadas e super saborosas!

L’OV– No menu da L’OV Osteria Vegetariana, pratos revisitados e criativos para veganos,  vegetarianos e intolerantes ao  glúten, sob a batuta do simpático chef Simone Bernacchioni. A osteria L’ov conta com 2 mesinhas na área externa. O ambiente é acolhedor, um verdadeiro oásis verde!  Destaque para o balcão de musgos, espetacular!  O restaurante fica na piazza del Carmine, 4r
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Almôndega de beringela sobre repolho roxo, trippa alla fiorentina em versão vegetariana e saladinha de melancia, melão e tomates com folhas de hortelã

 

Ramerino – Este é um restaurante macrobiótico que fica no Oltrarno. Ambiente simples, aconchegante e gracioso.  Para quem quiser comida sana, com pouco tempero, este é o endereço. Optei por este prato que veio precedido de uma sopa de arroz e verduras. Fica na  Piazza Torquato Tasso, 3/r

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Optei por este prato que veio precedido de uma sopa de arroz e verduras. Para acompanhar, vinho tinto biológico

 

Carduccio – Nas proximidades do Palazzo Pitti tem um local bem charmosinho e aconchegante que oferece pratos e smoothies preparados com produtos bio. Cozinha natural, bio e vegana.  O local é pequeno,  com móveis de madeira, onde frutas e verduras  são expostas nas caixas perto do balcão. As garçonetes informam quais os produtos frescos do dia. Carduccio fica no Sdrucciolo di Pitti, 10 r

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Green e slow- O Carduccio é um espaço que evoca a natureza! O local é pequeno mas muito bonitinho e acolhedor

 

Il Vegetariano – Inaugurado em 1981, este é o primeiro restaurante  vegetariano da cidade. O ambiente do restaurante é bem simples e caseiro e  possuem uma variedade grande de saladas cruas e cozidas ao vapor.  Oferecem pratos  veganos e  sem glúten.  Não deixem de experimentar as tortas, são espetaculares! O restaurante fica perto da praça San Marco, na  Via delle Ruote, 30 r

 

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5 e Cinque –   Num cantinho bem aconchegante do Oltrarno fica este bistrô que oferece deliciosos pratos para vegetarianos e veganos, preparados com matérias -primas biológicas e naturais, rigorosamente sazonais.  Piazza della Passera.

Rest grazie a te blog

Esta é a unica mesinha da area externa do 5 e Cinque

 

Libreria Brac –  A Libreria Brac fica nas redondezas da Piazza Santa Croce. no local funciona uma livraria de arte contemporânea. Apresentam delícias da culinária vegana e vegetariana, com pratos de origem biológica. Com diversas exposições temporárias, a atmosfera do local é bastante cosmopolita, com frequentadores admiradores de leitura, arte e cinema.  O restaurante fica na  via dei Vagellai, 18r

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O capricho dos pratos na Libreria Brac, endereço para os apreciadores da cozinha vegana e vegetariana

Nirvana –  Este restaurante fica nas proximidades da Porta al Porta, no final da Borgo Ognissanti, numa pequena pracinha com área verde que oferece a possibilidade de escolher uma mesinha ao aberto. Os pratos são  preparados com matérias-primas de qualidade e com atenção também na apresentação.  Fica na Via Il Prato, 4

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O Nirvana abriu as portas em abril de 2017

Quinoa – O Quinoa é o primeiro restaurante gluten-free de Florença e oferece muitas opções para quem é vegano e vegetariano. Sua área externa é super agradável, com mesas espalhadas entre os vasos de flores e plantas. Fica  perto do Duomo, no vicolo di Santa Maria Maggiore, 1.

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O Quinoa é um restaurante vegetariano com agradável pátio externo

Outras opções que ainda não conheço:

Dicas de restaurantes em Firenze, 8

Toda vez que viajo gosto de levar comigo indicações de  restaurantes e bares, pois não gosto de perder tempo durante a viagem escolhendo onde comer.  Sem contar que é a maior decepção quando a gente escolhe sem critério e erra os locais.  Neste post mais uma relação de restaurantes (já tem outros 6 posts com locais em diversos pontos da cidade) que acabo de conferir para compartilhar com vocês como boas opções para quem está vindo ou mora em Firenze:

 

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Trattoria San Pierino – A trattoria San Pierino, pertinho do Duomo,  iniciou suas atividades  em abril de 2018 com a proposta de oferecer pratos da cozinha toscana com opções de carne e peixe, tudo a km 0.  Os 4 proprietários, Antônio, Roberto, Vincenzo e Gianluca, no setor há muitos anos, receberam um grupo de blogueiros para apresentar alguns dos pratos da casa,  um local agradável e descontraído que oferece menu do dia para almoço.  Os amantes do peixe encontrarão aqui deliciosos pratos de frutos do mar  com matéria-prima proveniente de Livorno, litoral da Toscana.  Nosso almoço foi uma sucessão de deliciosos pratos! Começamos com alici marinada e cebolas seguida por um flan de abobrinha com creme de pecorino,divino! Como massa, ravioli de peras e pecorino aromatizado ao tartufo e camarata San Pierino, o meu preferido em absoluto!  Experimentamos 2 dos pratos principais: filé de porco em crosta de batata e camarão com muzarela di búfala e tomates frescos. E de sobremesa,  torta de chocolate da casa.   Muito bom poder indicar um local de qualidade no coração de Firenze! O restaurante fica na Via dell’Oriuolo,18/ r.

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Gamberoni com bufala e pomodoro fresco, ravioli di pera e pecorino e alici marinate. Os pratos são realizados com produtos frescos. Tudo acompanhado com vinhos toscanos. Aliás, a casa oferece apenas vinhos regionais

 

 

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Adorei a descontração do local, que é uma super pedida não apenas para refeições mas para quem busca um drink caprichado no centro da cidade, a poucos passos da via Tornabuoni. Conheci o local junto a um grupo de jornalistas, à convite dos proprietários

Rooster –   a família Rooster , através dos sócios Francesco e Lorenzo, acaba de inaugurar um restaurante em excelente location: na Piazza Davanzati. Pratos americanos com um toque italiano, com produtos selecionados e de primeira qualidade que são preparados diariamente a mão: da massa ao doce, é tudo realizado com a máxima atenção e carinho.  Costelinha de porco com mel, brisket, toast com abacate e ovos e espaguete com almôndegas é um pouco do que encontramos no cardápio. E o interessante é que o local, bastante acolhedor,  oferece a opção de escolher 1/2 porção. Os coquetéis são um capítulo à parte! Por esse motivo o local torna-se uma escolha certeira para um saboroso drink no final do dia. Opções glúten-free e vegetariana. A localização é excelente, fica perto da praça della Repubbica, na tranquila Via Porta Rossa, 63/r.

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Trattoria da Rocco – Esta é uma tradicional trattoria situada no Mercato di San’Ambrogio, que é um dos clássicos locais de feira dos florentinos.  O restaurante apresenta  cozinha super original, com pratos da culinária toscana. É praticamente um quiosque com algumas mesinhas com acesso através de uma porta de vidro.  De gestão familiar,  um ótimo local para se perceber a original atmosfera fiorentina, com atendimento rápido, eficaz e a preços justos. No menu opções da típica cozinha toscana. Fica dentro do Mercato di Sant’Ambrogio.

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Ara è Sud– Adorei este restaurante que fica perto do museu Bargello, que fui conhecer à convite da casa junto a um grupo de bloggers e jornalistas. O local é pequeno, aconchegante e com elementos que nos remetem à Sicilia, região que inspira os pratos sugeridos pelo chef Carmelo Pannachiello. No menu, deliciosos pratos da cozinha siciliana contemporânea, com ingredientes fresquíssimos e de alta qualidade. A proposta do restaurante nasce do encontro do chef com Francesco Agosta e Umberto Montano de trazer para Firenze os sabores do street food siciliano: os clássicos arancini, spaghetti , cannoli e cassatina  sao algumas das delícias que podem ser saboreados na casa.  O restaurante fica na Via della Via Vecchia, 4/ r. Quem quiser degustar da cozinha do restaurante em Firenze pode optar por outros 2 endereços.   Via degli Alfani, 127/ r e no primeiro andar do Mercato Centrale de San Lorenzo.

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Carpaccio palamita. Todos os pratos são servidos com caprichosa apresentação

 

Trattoria dall’Oste – inaugurada na primavera de 2017 , esta trattoria é uma das boas pedidas para quem busca comer carne no miolinho de Firenze, bem perto das principais atrações da cidade, pois o restaurante fica entre o Duomo e o Palazzo Vecchio.  Dentre as opções do menu, tagliata com batata e rucula por € 11,50, hamburguer a € 7,50, antipastos de € 5 a 7,50 e as massas saem por 5 euros. Oferecem também 4 tipo de pizza por 6 euros. Via dei Cerchi, 40 r
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Simbiosi –  O Simbiosi é um restaurante bio que fica nas proximidades de San Lorenzo. Na verdade são 2 locais, um praticamente ao lado do outro: o Pizza Bio, inaugurado em 2015, e o Pasta Bio, inaugurado em 2016. Os dois apresentam decor moderno, descontraído e aconchegante, com todos os pratos preparados a partir da agricultura biológica, respeitando a natural fertilidade do solo.  Claro que os preços são um pouco mais elevados em relação aos locais da mesma categoria, mas precisamos considerar que os produtos utilizados são todos biológicos. Via de’ Ginori, 56 e 58 r
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Tartare e ceci como acompanhamento, e como bebida água. A conta deu 24 euros

A Basílica de San Miniato al Monte, em Firenze

A Basílica de San Miniato al Monte, que fica em um dos pontos mais altos de Firenze,  celebrou 10 séculos em 2018. Sua construção começou em 1013, onde inicialmente existia um oratório, edificado por São Miniato.

A Basílica de San Miniato al Monte, um dos mais bonitos exemplos do estilo românico fiorentino

 

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Participei do Millenium Sunset Concert,  uma das festas em comemoração ao milésimo aniversário da igreja , no verão de 2018

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A Basílica de San Miniato al Monte tem vista para a cidade de Florença do alto da colina em que está localizada. Faz parte do distrito do cemitério  delle Porte Sante

 

São Miniato

A Basílica de San Miniato  recebeu este nome em homenagem ao santo que foi o primeiro mártir de Firenze, provavelmente um príncipe armênio ou um mercante grego que deixou sua casa para fazer peregrinação a Roma.  Por volta do ano de 250 DC chegou a Firenze e tornou-se ermitão.  São Miniato sofreu perseguições anticristãs do imperador Décio e  recusou-se a fazer sacrifícios para deuses romanos. Segundo a lenda, ele  foi decapitado num anfiteatro nas redondezas de Piazza Beccaria mas pegou a sua própria cabeça, atravessou o rio Arno e retornou ao monte, onde foi construído um santuário e uma capela. Miniato teria sido sepultado ali com outros cristãos.

 

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A igreja fica nos arredores do piazzale Michelangelo, em um dos pontos mais altos de Firenze e que nos proporciona uma esplêndida vista

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A Basílica de São Miniato 

A igreja de San Miniato, que atualmente pertence aos monges Olivetanos, foi construída entre os séculos 11 e 13 e é uma obra-prima do estilo românico fiorentino.

 

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Sua fachada é em mármore verde e branco com mosaico na parte central, do século 12

 

A parte interna da igreja  é dividida em 3 naves, com uma central e duas laterais menores e o pavimento é em mármore e decorado na parte central com símbolos do zodíaco. A Basílica é rica de simbologia e sinais esotéricos, como a águia de bronze de asas abertas no topo da igreja, símbolos da Arte de Calimala, a cruz grega da fachada e a presença constante do número 5.

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A igreja está entre as estrutura românicas mais bonitas da Toscana

 

Na parte central da igreja fica a bonita Cappella Del Crocifisso, projetada por Michelozzo em 1448, por solicitação de Piero de Medici.  A decoração em terracota vetrificada de Lucca della Robbia e com obras atrás do altar de Agnolo Gaddi.

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A Capela do Crucifixo, projetada por Michelozzo em 1448

As paredes da igreja são afrescadas  com obras dos anos séculos 14 e 15 e com algumas pinturas que retratam episódios de São Benedito.

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A Capela do Cardeal Jaime de Portugal

 

A Cappella del Cardinale ou de San Jacopo, atribuita à Antonio Manetti, construída entre 1461 e 1466. Jaime de Portugal era filho  do Infante D. Pedro, duque de Coimbra e morreu em Florença em  1459, aos 25 anos.  O forro da capela mortuária é de Lucca della Robbia em terracota vitrificada.

 

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A cripta é a parte mais antiga da igreja, do século 11

 

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Em 1200 foi construído o prédio em estilo ao lado da Basílica,  chamado Palazzo dei Vescovi, que depois virou convento.  A comunidade monástica é atualmente composta por 12 monges de diversas partes do mundo.

 

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Na lojinha é possível adquirir produtos como velas, doces, licores, biscoitos, chocolates e chás, produzidos pelos monges

 

Cemitério Porte Sante

Na parte externa fica o cemitério monumental, conhecido como Porte Sante, rico de obras de arte.  Ali estão enterradas personalidades famosas, como o produtor de filmes Cecchi Gori, o escritor Giovani Papini, o pintor Annigoni e Carlo Collodi, o criador de Pinóquio.

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Este é um dos maiores cemitérios monumentais da Toscana  e se estende por todo San Miniato al Monte, e cerca a basílica e o mosteiro

 

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O cemitério, inaugurado em 1848,  foi projetado por Niccolò Matas, o mesmo arquiteto da fachada de Santa Croce. É um museu de esculturas ao ar livre, com dezenas de capelas funerárias privadas que são verdadeiras obras-primas da arquitetura medieval e renascentista florentina.

Millenium Sunset Concert

As comemorações do milênio da Basílica começaram exatamente no dia 27 de abril, data em que há mil anos foi inaugurada a igreja. A programação é de um ano de celebrações,  com um evento a cada mês, até abril de 2019. Eu participei do Millenium Sunset Concert, na noite de 21 de junho, dia que marca o solstício de verão.  Assistimos ao pôr do sol numa tarde regada à muita música, dança e teatro, iniciativa beneficente  para realização de uma escultura que será doada à comunidade de San Miniato.

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A apresentação contou com narração do ator Glauco Mauri, que através de alguns episódios retratou a história de Firenze e da Abadia. A musica seguiu o mesmo caminho e possibilitou aos espectadores da Idade Média até a comtemporaneidade, com Orpheus Ensemble e a Orquestra la Filharmonie, dirigida pelo maestro Nima Keshavarzi, com performances teatrais do Medici Dynasty. A organização foi da Associação Passignano,  a quem agradeço imensamente. E para surpresa dos participantes, o encerramento foi uma espetacular queima de fogos sobre a cidade de Firenze. Que privilégio ter participado de um evento tão significativo e emocionante!

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O show foi no pátio de San Miniato, com mil convidados, quando foram acesas mil velas assim que o sol se pôs

 

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Os monges e o canto gregoriano

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Basílica de San Miniato al Monte

Via delle Porte Sante, 34. – Firenze  (entrada gratuita)

Horários de visitação: 

De segunda à sábado : 9.30 – 13 ; 15 às 19 h (19h30 no verão)

Domingo : 8:15 às 19 h (19h30 no verão)

Para as apresentações do canto gregoriano: De segunda a sábado,  às 7h e aos domingos  às 8:15 (entrada da via dele Porte Sante)

Horários de celebrações eucarísticas:

O parque e o mercado delle Cascine, em Firenze

O Parque delle Cascine é o maior parque público de Firenze, com uma área de 130 hectares,  onde florentinos e turistas praticam esportes,  descansam e fazem piquenique. O local abriga diversos eventos culturais e esportivos e uma feira que acontece todas as terças-feiras, durante todo ano.  É o Mercado delle Cascine, o maior e mais econômico mercado ao ar livre da cidade, onde você encontra artigos a precinhos bem em conta!

O Parque delle Cascine é o maior parque publico de Florença

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 O parque delle Cascine
O parque surgiu no século 16 e era uma área agrícola da família Medici. O primeiro núcleo do parque consistia na propriedade Cascine dell’Isola, adquirida pelo duque Alessandro I de’ Medici e aplicada por Cosimo, com a aquisição de outras terras, utilizadas para  a agricultura e para a caça. Seu nome deriva da palavra cascio, que era o local de ordenha das vacas para a produção de queijo.
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São cerca de 130 hectares de área verde a poucos minutos do centro de Firenze

 

O patrimônio arbóreo do parque é muito rico, com mais de 19 mil exemplares

Em 1563  toda a área verde delimitada pelo  Arno e pelo Mugnone e pelo canal Macinante, a poucos  passos  do centro histórico, tornou-se o Parque delle Cascine. Com a passagem de propriedade para a família Lorena a função pública do parque aumentou cada vez mais.

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Monumento dedicado ao jovem príncipe indiano Rajaram Chuttraputti, que morreu em Firenze em 1870. Ali perto fica a Ponte All’Indiano, que liga os bairros de Peretola e Isolotto

 

Ao final do parque, a Cafeteria dell’Indiano, pausa no lindo cenário perto da ponte All’Indiano

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Mercado delle Cascine

O Mercado delle Cascine funciona todas as terças de manhã, às margens do rio Arno,  na via Lincoln, com uma grande quantidade de stands, que vendem artigos novos e também usados, até mesmo objetos vintage e para colecionadores e também artesanato.
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Toalhas de mesa por 3 euros

O percurso do mercado é de 1 Km e voce pode encontrar de tudo, a um precinho bem baixo:  partindo do chafariz do parque, as primeiras bancas são de vestiário. No final, produtos como mel, geleia, frutas, pão e até flores.
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A praça do chafariz e ao fundo a Palazzina Reale onde funciona a Escola Agrária da Universidade de Estudos de Firenze

Os produtos são bem econômicos. A maiora das bancas exibe o valor da mercadoria e algumas, atè de marcas famosas, especificam que são remanescências de estoques de lojas.
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Os visitantes podem adquirir alimentos e produtos típicos, como queijos e salames e se a fome aplacar, optar por um panino!

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Quando acontece:
Todas as terças –  das 7 h às 14h (no inverno começa às 8 horas )

Como chegar:

Alugar bicicleta  com o programa de bicicleta compartilhada por ser uma excelente ideia! Detalhes aqui.
A pé –  são apenas 15 minutos do centro, o melhor percurso é pelos lungarnos (beirando o Rio Arno)
Ônibus: 17 (adquirir bilhetes no tabacchi)
Tram – saindo de SMN, o percurso dura poucos minutos. Pegue o tram em direção à Villa Costanza e desça na estação Olmi, no parque Le Cascine (Olmi) . Para retornar para a estação, direção Alamani.

Os lançadores de bandeiras

A arte dos lançadores de bandeira tem origem medieval, surgiu mais precisamente durante as guerras. A bandeira era um sinal do orgulho cidadão mas ao mesmo exprimia uma necessidade tática e era um ponto de referência durante os combates. E os lançadores de bandeira encarregavam-se de comunicar e transmitir mensagens como o momento para atacar e os movimentos que precisavam fazer com as tropas durante as batalhas.

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Os lançadores de bandeiras em apresentação na Praça da Signoria

 

Atualmente as apresentações dos lançadores de bandeiras são um belíssimo espetáculo que podemos presenciar em determinados eventos e festividades. O que não mudou mesmo depois de tantos séculos é orgulho de quem está envolvido nessa atividade. E Firenze, que é uma cidade que conserva tradições antigas, nos presenteia com lindas festas tradicionais quando é possível admirar o voo das bandeiras num cenário com figurantes a caráter e damas renascentistas que integram o cortejo e desfilam pelas ruas do centro histórico.

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Os lançadores de bandeiras colorem e deixam boquiabertos milhares de espectadores! Movimentos, cores e coreografias dos lançadores de bandeira que encantam num espetáculo que pode ser visto em poucos lugares do mundo.

 

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Esta arte milenar que encanta multidões é uma atividade com regras rígidas, com critério e técnicas. As bandeiras são agitadas e depois lançadas para cima e em seguida apanhadas pelo cabo, sem que caiam no chão

 

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Os lançadores de bandeiras dos Bandierai degli Uffizi e a arte do manejo das bandeiras, originalidade. No rico currículo de sua tradição já participam de eventos importantes, tanto no âmbito esportivo quanto histórico

 

Em Firenze e arredores existem diversos grupos de lançadores de bandeiras, sendo que o principal é o  dos Bandierai degli Uffizi, que surgiu em 1973 como parte do Corteo Storico della Repubblica Fiorentina, com cerca de 530 integrantes,  figurantes com vestimentas nobres e armas, armaduras, música e damas renascentistas.

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Os Bandierai degli Uffizi são parte integrante da Procissão Histórica da Republica Florentina e do Calcio Storico. É o unico grupo que representa oficialmente a cidade de Florença

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A procissão histórica da República Fiorentina nasceu com a intenção de recordar a atmosfera da Florença Renascentista e atualmente integra  o grupo do Calcio Storico Fiorentino, o jogo tradicional da cidade quedou origem ao futebol moderno.

 

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As bandeiras representam as 16 magistraturas e escritórios da Florença renascentistas na época da República do século 16. O grupo se apresenta durante jogos do Calcio Storico

 

Troféu Marzocco

Existe uma competição entre os grupos de lançadores de bandeiras, o Trofeo Marzocco, que acontece sempre no dia 1º  de maio, ao centro da divina Piazza della Signoria.  Participei do evento à convite dos Bandierai degli Uffizi, o grupo oficial do Palazzo Vecchio.  É um torneio entre os grupos  históricos de lançadores de bandeiras,  que aqui  na Itália são chamados de sbandieratori.
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A apresentação é resultado de um treinamento realizado respeitando as antigas tradições

Antes da manifestação tem cortejo pelas ruas do centro histórico da cidade, que parte do Palaggio di Parte Guelfa, na imediações do Mercado Del Porcelino, percorre algumas ruas da cidade e vai até a Piazza della Signoria, onde acontecem as exibições entre os participantes do evento.

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O Cortejo pelas ruas de Firenze, com os participantes em trajes renascentistas

 

Para saber mais a respeito da atividade, fiz uma entrevista com Christian Marini, que faz parte do Bandierai degli Uffizi desde 2003.   Apaixonado e orgulhoso da atividade que começou quando tinha 23 anos, Christian já participou de diversos eventos importantes, dentre os quais, uma exibição em Nova York:

 

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Christian Marini, que começou a dedicar-se à atividade de lançador de bandeiras aos 23 anos. “Aconselho a todos, foi a melhor escolha que fiz” (foto divulgação)

 

1 – Como começou?

Um meu caro amigo, que infelizmente não está mais com a gente, Filippo Galli, fazia parte dos Bandierai degli Uffizi e sempre quando a gente se encontrava ele dizia que eu deveria provar a executar as bandeiras pois iria gostar e me divertir. Se pudesse voltar no tempo, teria seguido o conselho dele muito antes.

2- O que representa essa atividade?

Fazer o executado de bandeiras me permitiu representar a minha cidade, seja nas manifestações que acontecem aqui em Firenze seja por todo o pais e ate mesmo no mundo. portanto, è segumangte uma grande honra pra mim. Alem disso, e importante é a diversão.

 

3- Quando surgiu e o que representa o grupo dos Bandierai degli Uffizi?

Surgiu em 1973 e fazem parte do Corteo della Repubblica Fiorentina. Nos exibimos em ocasião do Cálcio Storico Fiorentino, uma rievocazione de uma partida disputada em fevereiro de 1530 quando os florentinos, assediados das tropas de Carlo V começaram a jogar para despistar o inimigo.

 

4- Quantas vezes por ano?

São 60 vezes por ano como lançadores de bandeira. Para quem, como eu, ha uma família e filhos, é impossível participar de todas as exibições, em media, participo de 20 ou 25 por ano.

 

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Christian, o primeiro da esquerda, durante apresentação na Piazza Santa Croce, em Firenze

 

5- Quais sao as principais dificuldades para um lançador de bandeiras?

É uma atividade extremenaten difícil e precisa de muito treino ara aprender, as dificuldades principais  é fazer com precisão os vários lançamentos de uma coreografia, talvez passando em poucos segundos de lançar uma bandeira a 15 metros e logo depois lançar-la a quem está ao seu lado.. Existem depois algumas variantes que aumentam a dificuldade, o vento e2 certamente o nosso maior inimigo, a chuva e os espaços limitados. É difícil também conseguir segurar o lado emotivo. Nesse pedido tive a sorte de me exibir em locais belíssimos e em ocasiões e eventos muito importas, e nesse casos, é muito importante saber controlar a emoção .

 

6- Existem também mulheres que participam?

O corteo storico da Repubblica Fiorentina é de origem militar e a única figura feminina permitida é a das “madonne fiorentine”.

 

7- Existe rivalidade entre os lançadores de bandeira de outros grupos de Firenze?

Absolutamente não  Na província são diversos grupos, alguns numerosos.  Nós, que fazemos parte da prefeitura de Firenze, nos exibimos principalmente nas festas do município e logicamente somos os únicos que nos exibimos nessas manifestações. A única competição que participam é o Trofeo Marzocco na Piazza della Signoria, quando convidados grupos de toda a Itália. Não é possível que haja rivalidade com associações privadas que fazem espetáculos em ocasiões diferentes das nossas.

 

8 – Como vocês se preparam para as exibições?

Com treinamento, que serve para aperfeiçoar os movimentos e melhorar a harmonia com os movimentos com todos os participantes. Uma apresentação é realmente bela se todos os  componentes fazem os movimentos idênticos e ao mesmo tempo, sincronizados.

 

9- Qual o local mais bonito em que se apresentou?

Nesses 15 anos, tive a sorte de me apresentar em locais e ventos fantásticos, mas se devo escolher um fora de Firenze, direi que ter feito  voar a bandeira que traz a flor de lírio estampada em meio aos arranha-céus de Nova York  foi uma experencia única.

 

 

As apresentações em Firenze acontecem em determinados períodos do ano, como no Domingo de Páscoa, no dia 1º de maio (Trofeo Marzocco), em junho durante as partidas do Calcio Storico. O cortejo histórico passa por algumas ruas e praças do centro histórico de Firenze e não é necessário adquirir bilhete para assistir ao desfile.

 

Apresentação do dia 24 de junho – Festa de San Giovanni

15 horas-  O cortejo histórico parte do Palácio di Parte Guelfa em direção à praça Santa Maria Novella onde se encontra com os jogadores e outros integrantes do cortejo

16 horas – todo o cortejo sai em em direção à Piazza Santa Croce, passando por Via Tornabuoni, Piazza della Repubblica, Via Calimala, Piazza della Signoria e via dei Neri

17 horas- Final do Calcio Storico na piazza Santa Croce (Rossi contra Verdi)

 

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Em 24 de outubro de 2018, os Bandierai degli Uffizi festejaram 45 anos do grupo em solenidade no Salone dei 500, no Palazzo Vecchio, onde foi lançado o selo postal comemorativo

Giardino delle Rose de Firenze

Com cerca de 350 espécies de rosas, o  Giardino delle Rose é um dos jardins panorâmicos mais lindos de Firenze. Localizado sobre as colinas de San Miniato e pouco abaixo do Piazzale Michelangelo, foi realizado em 1865 pelo arquiteto Giuseppe Poggi, o mesmo arquiteto que projetou o Piazzale Michelangelo, quando a cidade se preparava para se tornar a capital da Itália.
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O jardim fica em posição estratégica de onde temos um visual incrível para admirar toda Firenze.  E o que é melhor, a entrada é gratis!
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O Jardim das Rosas possui mais de 1200 plantas e cerca de 350 espécies de rosas, sendo que algumas espécies antigas são de 1500

O Giardino delle Rose foi aberto ao púbico em maio de 1895 e é um dos encantos da cidade. Desde 2011 o parque abriga 12 obras do  belga Jean-Michel Folon, doadas pela viúva logo após a morte do artista, em 2005.
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Obras do  belga Jean-Michel Folon enfeitam o jardim das Rosas

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Com cerca de 1 hectare, é um dos locais mais românticos e especiais de Firenze, onde os visitantes podem relaxar admirando toda a beleza da cidade.
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Atualmente o jardim abre durante todo o ano mas sem dúvida alguma a primavera é a melhor estação do ano para visitá-lo.

 

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Essas fotos foram feitas pela manhã. Ao entardecer, os visitantes se espalham pelo gramado para assistir daqui ao pôr do sol

 

Em 1998 o jardim ganhou um novo espaço, o Jardim japonês, realizado pelo arquiteto Yasuo Kitayama, doação da cidade de Kyoto, cidade que faz gemelado com Firenze.
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Aqui o visual que temos do Piazzale Michelângelo

Giardino delle Rose
São 4 acessos ao jardim: Viale Giuseppe Poggi, 2;  Via de San Salvatore al Monte;  Via del Bastioni e o outro que está fechado sem previsão de abertura.
Aberto diariamente das 9 às 20 horas (primavera e verão)
Entrada livre

 

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40 coisas pra fazer em Firenze

Firenze é uma cidade que tem muito a oferecer! Engana-se quem pensa que bastam apenas 2 dias por aqui. Fiz uma relação de sugestões com 40 coisas que você pode fazer antes de deixar a cidade. Quero saber quantas dessas você já fez ou pretende fazer:

1- Fazer uma refeição com uma vista arrebatadora da cidade

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2- Degustar 1, 2, 3 ou vários paninos

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3- Comprar flores nos mercados

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4- Participar de um foodtour pelo Oltrarno

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5- Subir até a cúpula do Duomo

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6- Assistir ao pôr do sol do Piazzale Michelangelo

7- Visitar os Jardins de Boboli

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8- Visitar igrejas não tão conhecidas, como a Chiesa di Ognissanti, onde está sepultado Sandro Botticelli

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9- Fazer uma sessão de fotos com um fotógrafo profissional

10- Passear em Fiesole

11- Experimentar quantos sorvetes tiver vontade

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12- Passear sem destino por Santo Spirito

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13- Participar de uma aula de cozinha

14- Escolher qual a mais linda estátua da Loggia dei Lanzi

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15- Garimpar antiguidades nas feirinhas

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16- Visitar o mercadinho de frutas e verduras de San’Ambrogio pela manhã

17- Ter uma refeição completa com todos os pratos (antipasto, primo, secondo, contorno e dolce!)

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18- Fazer um tour no Palazzo Vecchio e subir até a Torre de Arnolfo

19- Curtir a vista da cidade de San Miniato al Monte

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20- Fazer um passeio de sidecar

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21- Comprar frutas e verduras nas históricas bodegas do centro

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22- Visitar o Giardino dell’Orticoltura

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23- Fazer um giro no carrossel da Piazza della Repubblica

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24- Saborear um cappuccino numa cafeteria  histórica da cidade

25- Fazer um tour de 500 vintage

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26-Admirar as esquinas da cidade

esquinas

27-Praticar SUP ou rafting no Rio Arno

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28-Admirar os artesãos do Oltrarno enquanto produzem suas peças

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29-Descobrir a streetart da cidade

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30 – Alugar uma bicicleta para explorar a cidade

31- Visitar a feira que acontece todas as terças no parque Le Cascine com precinhos bem camaradas

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32-Tomar um drink no terraço da loja La Rinascente

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33- Relaxar na Società Canottieri e admirar a Ponte Vecchio de outra perspectiva

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34-Experimentar sem culpa os lindos e gostosos doces que enfeitam as vitrines das confeitarias

doces

35- Bater papo com as simpáticas noninhas pelos mercados da cidade

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36- Hospedar-se num apartamento e viver como um local

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37- Almoçar na padaria

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O Museu Uffizi de Firenze

A Galleria degli Uffizi  é um dos mais antigos museus da Europa e reúne a mais importante coleção renascentista do mundo. Para quem não tem muito tempo em Firenze e precisa escolher apenas um museu, sem dúvidas alguma este é o que eu indico. O Uffizi é o mais importante museu da cidade e em suas salas podemos contemplar  obras de Masaccio, Botticelli, Raffaello, Giotto, Michelangelo, Filippo Lippi, Tiziano,  Leonardo e Caravaggio, só pra citar alguns. Além de quadros e esculturas,  um acerco com 170 mil  desenhos e estampas.
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O Museu Uffizi surgiu para reunir num só local os escritórios (uffizi em italiano) dos magistrados do Grão-Ducado da Toscana

O museu, construído em 1560, surge com a intenção de reunir em um só lugar os escritórios administrativos da Toscana, então espalhados por diversos pontos da cidade. Giorgio Vasari, que tinha como mecenas os Medici, foi convocado por Cósimo I para a construção da obra. Toda a área atualmente ocupada pelo Palazzo degli Uffizi foi inteiramente transformada. Muitas casas daquela área foram destruídas para a realização das obras, até mesmo a Chiesa di San Pier Scheraggio, uma antiga igreja românica do seculo 11, foi parcialmente destruída. Uma parte foi integrada no interno do prédio em construção.
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E no ano de 1565, o famoso arquiteto projetou um prédio em foma de “U”. Alguns anos depois Cosimo decidiu unir o Palazzo Vecchio ao Palazzo Pitti,  que era a residência dos Medici, através de uma passagem secreta, o Corredor Vasariano.
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O Corredor Vasariano passa sobre a Ponte Vecchio

Mas o que existia neste local antes do Uffizi?  Esta região, próxima ao Arno, abrigava o Teatrino da Baldracca, degli Zanni ou della Dogana.  Era uma área da cidade com má fama, redutor de bordéis e prostíbulos, que deu espaço aos escritórios onde atualmente funciona a Biblioteca degli Uffizi.
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O Corredor Levante com esculturas gregas e romanas que pertenciam à familia Medici

 

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Grotesque – a decoração dos corredores. A Pintura conhecida como grottesche (da palavra gruta). A inspiração é da Domus Aurea, antiga residência romana do imperador Nero

Quando Vasari morreu, em  1574,  o projeto foi passada aos arquitetos Bernardo Buontalenti e Alfonso Parigi Il Vecchio, que terminaram o prédio por volta do ano de 1580. O museu foi aberto ao público em 1769 com os Lorena, família sucessora dos Medici.
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No século 19, nos nichos externos do prédio, foram colocadas 28 estátuas de homens ilusões da Toscana, como Maquiaavel, Dante Alighieri, Leonardo da Vinci, Giotto e Donatello

Piazzale degli Uffizi

O Museu Uffizi possui quase 50 salas, que são distribuídas em 3 andares. Para quem não tem muito tempo e quer visitar as principais salas, indico aqui as minhas prediletas, citando alguns artistas e obras. A visita começa pelo último andar:

Sala 2 –  Il Duecento  e Giotto –  O espaço reúne as pinturas mais antigas do museu,  de arte gótica e bizantina. Muitas obras lembram as artes sacras medievais. Reúne obras de 3 grandes artistas  toscanos da Idade Média, como Cimabue, Duccio di Buonninsegna e Giotto. Com Giotto inicia-se uma verdadeira revolução no âmbito figurativo que leva mais tarde ao Renascimento.

Obra de Giotto, Madonna col bambino in trono (1300-1305)

 

Salas 5 e 6 – Gotico Fiorito ou Fiammeggiante ou Gotico Internacional – Compreende o período que vai do final dos anos  1300 ate o início dos anos 1400. Esse estilo representa o gosto elegante das cortes,  com uma mensagem mais formal, dando uma prova que eram capazes, com uma linguagem que exprimia a riqueza. Lorenzo Monaco e Gentile da Fabriano são alguns dos artistas que encontramos nessas salas.

 

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Obra do fiorentino Lorenzo Monaco, proveniente do Mosteiro da Santa Maria degli Angeli, Coroação da Virgem

Adoração dos Magos, de Gentile da Fabriano (1423). Foi encomendada por um dos mais ricos florentinos da época, Palla Strozzi. As famílias encomendavam obras para mostrar prestígio e riqueza. Nesta obra, observamos o uso de ouro e prata. Boa parte da moldura é ainda a original

 

La Tribuna
Francisco I de Medici, que sucedeu Cosimo a partir de 1574, decidiu reunir no último andar a coleção de pinturas, estátuas e objetos de arte, armaduras e medalhas. Com  a morte de Vasari, em 1574,  Bernardo Buontalenti continuou os trabalhos. Dentre os trabalhos que realizou, a construção de uma “tribuna”, em forma octagonal, para mostrar a glória da poderosa família Medici.  A proposta  da Tribuna era diferente da concepção de  museu  daquela  época e  não  devia expor apenas obras de arte como esculturas e pinturas, mas também objetos provenientes da natureza.  Na cúpula, 6 mil conchas do Oceano Indico enfeitam  o espaço, que traz ao centro a Rosa dos Ventos.
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La Tribuna,  considerada o primeiro museu do Ocidente,  é o espaço mais antigo do museu.  Ao centro, a escultura de mármore Vênus dos Medici

A Tribuna foi construída entre 1581 e 1583 pelo arquiteto Buontalenti para abrigar preciosidades do grão-duque Francesco I de’ Medici. Este era o quarto das maravilhas, Wunderkammern em alemão, com pinturas, estátuas em prata e bronze, mármore, vasos de cristal de rocha e pedras duras,  joias,  objetos com pedras raras, medalhas e camafeus antigos.  Possui uma linda cúpula, com piso de mármore e paredes vermelhas  de veludo. Esses espaços são também  conhecidos como gabinetes de curiosidades e pertenciam às famílias nobres. Era o local que abrigava coleções de objetos raros, exóticos ou curiosos provenientes de diversas partes do mundo.  Não  era um local para expor apenas obras de arte como esculturas e pinturas, mas também objetos provenientes da natureza.  O acesso não é permitido aos visitantes.

 

Simbologias – Por vontade de Francesco, a decoração da Tribuna faz alusão aos quatro elementos do Universo:  Terra, Água,  Ar e Fogo

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Seguindo pelo corredor Levante, novas coleções de retratos  e instrumentos científicos foram acrescentados a partir de 1587, com o duque Fernando I. Após sua morte a galeria permaneceu inalterada por muitos anos.

 

Sala  8-  Filippo Lippi –  Lippi é um dos protagonistas do primeiro Renascimento. Nesta sala destacam-se Filippo e seu filho Filippino,  aluno de Sandro Botticelli. Nesta sala estão também  obras do artista natural de Arezzo Piero della Francesca, que realizou os retratos dos duques de Urbino, entre 1465 e 1472.

 

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Obras de Piero della Francesca, dentre as mais famosas do Renascimento italiano. Os Duques de Urbino

 

Madonna con bambino e Angeli (obra conhecida também como Lippina), de Filippo Lippi (aproximadamente 1465), que era um frei fiorentino e se apaixonou por uma freira chamada Lucrezia Butti e acabaram se casando

Sala  9 – Temperanza de Piero del Pollaiolo, de 1470

Salas 10 a 14- Botticelli – Aqui estão expostas as célebres obras ” O nascimento de Vênus e a “A Primavera”, feitas pelo artista florentino Sandro Botticelli (1445-1510). As salas abrigam também obras de outros artistas.

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O Nascimento de Vênus é uma das obras mais famosas e amadas do mundo. Foi feita por Botticelli entre 1482 e 1485, sob encomenda da família Medici e retrata o nascimento de Afrodite, a deusa do amor, também chamada Vênus

 

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O quadro “A Primavera”, realizado entre 1477 e 1482

 

Madonna del Magnificat, de 1481, de Sandro Botticelli

 

A obra Adorazione dei Magi Tornabuoni, de 1487, realizada por Ghirlandaio, exposta na Sala Botticelli

 

Amor e Psique, arte romana no Corredor do Arno

No corredor, a estátua de Amor e Psique, lenda da mitologia greco-romana. Amor (ou Eros, é conhecido na mitologia grega como Cupido), é filho de Afrodite, deusa do amor e da beleza e Psique, uma das 3 filhas de um rei, é uma lindíssima mortal. A vingativa Afrodite (ou Venus), invejosa pela beleza da jovem, armou um plano e pediu ao próprio filho Eros que o executasse, lançando uma de suas flechas e fazendo ela se apaixonar por um monstro horrível. Eros aceitou, mas, quando se aproximou da moça, ficou tão encantado com sua beleza que se distraiu a ponto de uma de suas flechas o acertar, fazendo-o apaixonar-se perdidamente por Psique, que em grego significa alma.
Para viver seu amor “mortal” sem que sua mãe soubesse, Eros levou Psiquê para um palácio, sem revelar a sua identidade. Durante as noites, o Cupido ia se encontrar com Psique, mas sem nunca mostrar o rosto, e os dois viviam momentos intensos de paixão. A jovem princesa havia aceitado o acordo, mas, como era muito curiosa, e instigada por suas irmãs, queria ver o rosto de seu amado. Ela esperou que Cupido dormisse e se aproximou dele com uma vela. Ela ficou tão extasiada com a beleza do marido que se distraiu e deixou cair acidentalmente uma gota de cera no corpo de Cupido, que acordou e fugiu raivoso. Para conseguir ficar com Cupido Psique precisou superar várias provas e acabou sendo perdoada por Eros, que também estava sofrendo com a sua ausência. A partir desse momento os dois nunca mais se separaram. O mito de Eros e Psiquê retrata a união entre o amor e a alma. É uma tema retirado da fábula mitológica do escritor Apuleio, do século II dC.

No Corredor de Ponente

Sala 35- Leonardo – Nesta sala, restaurada em 2018,  estão alojadas 3 obras mais jovens do mestre Leonardo, antes de mudar-se para Milão, em 1482. Obras como Il Battesimo di Cristo, l’Adorazione dei Magi, e l’Annunciazione.

Realizada entre 1481 e 1482, L’Adorazione dei Magi, obra incompleta de Leonardo

 

A obra Anunciação, da igreja florentina de San Bartolomeo, em Monte Oliveto, com um anjo tão real que propaga sua sombra. Ao fundo, paisagem de mar e montanhas é uma das maiores provas do artista sobre a representação atmosférica do “distante”

Sala 38 –  Esta  sala  abriga a  belíssima escultura de época romana Hermafrodito Adormecido,  que passou a fazer parte do acervo do museu em  1669, com Cosimo III de’ Medici.

Hermafrodito Adormecido é uma escultura tomada do século II DC. No corpo coexistem o masculino do pai Hermes e o faminto da mãe Afrodite . É uma das obras mais sensuais da antiguidade, muito apreciada pelo próprio Michelangelo

 

Sala 41 – Raffaello e Michelangelo – O museu abriga algumas obras de Raffaello,  que nasceu em Urbino  em 1483 e viveu em Firenze entre 1504 e 1508. Michelangelo e i Fiorentini. Área dedicada à obra Sagrada Família, também conhecida como Tondo Doni.

 

Madonna del Cardelino (1505- 1506), uma das obras-primas de Raffaello Sanzio

 

Na mesma sala das obras de Rafael fica a obra Tondo Doni, de Michelangelo, realizada no início do século 16, a pedido de Agnolo Doni, rico florentino amante da arte.  A pintura em têmpera sobre madeira com moldura realizada por Michelangelo é o único quadro realizado pelo artista.

Sacra Famiglia, conhecida como Tondo Doni, de Michelangelo, realizada para Agnolo Doni.  A obra é de 1505-1506

Sala 42 – Sala della Niobe. Esta sala é repleta de um grupo de esculturas ligadas à mitológica lenda de Niobe e Anfione e de seus filhos. Com decoração neoclássica, a sala abriga cópias de estatuas romanas de originais gregas provenientes de Roma.

Sala della Niobe

 

No final do corredor Ponente,  cópia de Laocoonte, realizada por  Baccio Bandinelli . A obra original foi desenterrada em Roma em 1506 e deixou Michelangelo impressionado. A descoberta dessa obra passou a ter forte influência em seus trabalhos artísticos

Periodo Helenístico, Laocoonte, de Baccio Bandinelli

 

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O caffé no terraço do museu, com vista para o Duomo. Um excelente local para uma pausa relax antes de descer para começar o percurso no primeiro andar

Novas Salas – Em maio de 2021 14 novas salas foram inauguradas com pinturas dos anos 1500. Nessa área, obras-primas de Daniele da Volterra, Rosso Fiorentino, Pontormo, Parmigianino.

 

Obras que retratam membros da família Medici

 

Obra de Bronzino, Eleonora di Toledo e o filho Giovanni

 

Obra maneirista de Rosso Fiorentino “Putto che suona, realizada em 1521

 

Federico Barocci, Madonna del Popolo

 

Sala 83– Esta sala  é dedicada à pintura vêneta e sobretudo ao célebre artista Tiziano.

 

Obra Venere di Urbino , de Tiziano, que foi completada em 1538

 

Os visitantes podem admirar as obras de arte veneziana e florentina da coleção Medici em novas salas, inauguradas em maio de 2019

Sala 90 – Caravaggio – É praticamente no final do percurso que encontramos o espaço dedicado à Caravaggio e à pintura dos anos 1600, que desde fevereiro de 2018 ganhou uma ala nova, constituída de 8 salas. O espaço abriga grandes obras de Michelangelo Merisi (1571 – 1610), conhecido como Caravaggio, que morreu tragicamente aos 39 anos, em 1610. Nesta ala podemos contemplar obras de artistas como Rembrandt, Rubens e Van Dyck.

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De Caravaggio, Lo Scudo com testa di Medusa, que seria o seu auto-retrato, feito em 1597

 

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Bacco, de Caravaggio, feito em 1595

 

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De Rubens, a obra Giuditta con la testa di Oloferne , realizada entre 1626 e 1634

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Obra de Parmigiano, Madonna com o pescoço comprido (1534-1535)

 

Obra de Artemisia Gentileschi

 

Em 2011 foram inauguradas as salas dedicadas a pintores estrangeiros, as “Sale Blue”, com obras de artistas espanhóis, franceses e holandeses dos séculos 16, 17 e 18. As “Sale Rosse” dedicadas à “Maneira moderna”, com obras de grandes artistas do Renascimento, como  Michelangelo, Raffaello e Tiziano. As “Sale Gialle” dedicadas a pintores florentinos do século 17 e as “Sale Verdi” com estátuas de mármore, sobretudo retratos  gregos e óperas de arte romanas. Para ver a o mapa das salas, clique aqui .

 

Reserve de 2 a 3 horas para visitar o Museu Uffizi.

 

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A bilheteria para retirar os bilhetes para quem adquire os ingressos “salte a fila”

Galleria degli Uffizi

Piazzale degli Uffizi

Horários: De terça a domingo : 8:15 às 18:50  (a bilheteria fecha às 18:05)

Fechado às segundas, Ano Novo, 1º maio e Natal

 

Valor do bilhete:

12 euros na baixa temporada e 25 euros na alta temporada

Obs: quem adquire o bilhete para visitar o Uffizi tem direito a visitar o museu Arqueológico e o Opificio Delle Pietre Dure de Firenze.

O museu participa de iniciativas com gratuidade em determinadas datas

Antico Setificio Fiorentino

O Antico Setificio Fiorentino é uma das mais antigas e famosas tecelagens do mundo. Excelência do made in Florence, a empresa foi fundada em 1786 por nobres famílias florentinas e ainda funciona com teares originais do século 18.  A fábrica de seda produz estofados para cortinas, almofadas e toalhas usadas na decoração e  na restauração de luxo.

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Estive visitando a sede da empresa, que fica em San Frediano, no Oltrarno, região de grande tradição artesanal da cidade de Firenze.

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É uma verdadeira viagem ao passado presenciar as máquinas trabalhando sendo guiadas por artesãos no grande galpão da fábrica,  que possui teares manuais e semi-mecânicos em funcionamento.

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Os tecidos do Antico Setificio Fiorentino ornamentam prestigiosos museus e maisons não apenas na Itália mas como em diversos países do mundo. Galleria degli Uffizi, o Vaticano, o Palazzo Madama, indumentos do Palio de Siena, em Roma e o kremlin de Moscou. A fabrica de seda produziu tecido com desenhos exclusivos para papas, príncipes e princesas e famìlias nobres da Europa. E um fator interessante é que a tecelagem utiliza seda proveniente do Brasil, que tem a seda mais forte do mundo e apropriada ao teares artesanais.

tecelagem

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A empresa conta com 12 telaios em funcionamento, dos quais 6 são manuais do século 18 e 6 são mecânicos, do século 19

Relíquia de grande valor historico é o Orditoio de Leonado da Vinci, um tear  desenhado pelo mestre do Renascimento que ainda hoje é utilizado para a produção.

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tecelagem

tecelagem

 

A tecelagem pertenceu por muitos anos à família Pucci mas em 2010 foi adquirida pela maison fiorentina Stefano Ricci, de moda masculina. E quem quiser pode adquirir produtos para a casa como almofadas, cortinas, colchas e tecidos na loja da marca, ao final da visita à tecelagem.

Antico Setifico Fiorentino

Via Lorenzo Bartolini, 4

San Frediano

Visitas com hora marcada  – valor 100, euros

 

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A Catedral Santa Maria del Fiore, o Duomo de Firenze

A Catedral Santa Maria del Fiore, o Duomo de Firenze, é um dos maiores símbolos da cidade. Como no centro histórico não existem prédios muito altos, sua cúpula pode ser avistada de diversos pontos da cidade. E a obra é tão impressionante que tem gente que até se emociona quando em passeio pelo centro se depara com essa majestosa igreja. É realmente uma obra arquitetônica magnífica! Foi erguida a partir de 1296 sobre a igreja de Santa Reparata,  a antiga catedral de Florença.

 

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É uma das obras-primas do gótico italiano e é a maior catedral de alvenaria já construída

O complexo da catedral inclui , alem da igreja, o Batistério de São João e  o Campanário de Giotto,  na Piazza San Giovanni, no centro histórico de Florença,  declarado  Património Mundial da Unesco em 1982.

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O Duomo tem capacidade para acomodar até 30 mil pessoas. É  uma das obras-primas da arquiteta gótica e uma das principais atrações de quem visita a Toscana

 

A partir de 1412 ganhou o nome de Santa Maria del Fiore (Flor)

A Basílica, uma das obras-primas do gótico italiano, é a 5ª maior igreja do mundo, depois de São Pedro em Roma, São Paulo de Londres, da Catedral de Sevilha e do Duomo de Milão.

 

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Em muitos séculos de construção até a sua conclusão, a igreja sofreu muitas intervenções seja na parte interna que externa. O projeto da igreja é de Arnolfo di Cambio, que trabalhou na construção da igreja até 1302, ano de sua morte.

 

História da construção 

No século 13, durante a República fiorentina,  Ser Mino de Cantoribus buscava substituir Santa Reparata por uma catedral mais imponente. O projeto foi confiado à  Arnolfo di Cambio no ano de 1294  e a pedra fundamental foi lançada 2 anos depois, em 9 de setembro de 1296, sobre as antigas fundações de Santa Reparata.  O antigo edificio foi construído no século V estava em ruínas e não era grande o suficiente para acolher a população que estava aumentando. Da antiga igreja, somente  pedras na pavimentação da praça San Giovanni e a cripta, que pode ser visitada com ingresso através da catedral, testemunham passado de Santa Reparata.

Após a morte de Arnolfo no ano de 1302,  a construção prossegue de forma mais lenta, até que em 1331 a Arte della Lana encarregou Giotto di Bondone de supervisionar a obra. A maior contribuição foi a realização do magnifico campanário,  projeto que iniciou em 1334. Mas Giotto veio a falecer em 1337 e seu sucessor foi Andrea Pisano, que administrou as obras  até 1348, quando explodiu a peste negra.  Devido à peste, que dizimou quase 2/3 da população da cidade, não foi  possível prosseguir com as obras, tendo sido retomadas por  Francesco Talenti em 1349. Ele  foi o responsável  pela conclusão da obra do campanário, em   1359. Giovanni di Lapo Ghini deu continuidade aos trabalhos na igreja.

 

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Santa Reparata é co-padroeira de Florença junto com San Giovanni Battista.

Santa Reparata – Santa Reparata era uma criança de família nobre nascida na Palestina. A história conta que, depois de ter sido torturada e condenada à morte devido à sua recusa em honrar deuses pagãos, sua alma voou para o céu em forma de uma pomba. Em outra versão, conta-se que o seu corpo teria sido colocado em um barco e, liderado por anjos, teria atingido as costas da Campânia ou da Provença. E de fato nesses locais o culto de Santa Reparata está muito presente. O vínculo com Florença  foi estabelecido em 8 de outubro de 406 aC. Segundo a  tradição, foi graças à sua intercessão milagrosa que e o exército dos florentinos conseguiu derrotar os ostrogodos, que haviam cercado a cidade nessa época. Por esse motivo, a principal basílica foi dedicada ao culto à santa e posteriormente transformada na Catedral de Santa Maria del Fiore.

 

A Catedral é a mais importante obra arquitetônica edificada na Europa da época Romana. A construção da igreja perdurou por seis séculos e passou por várias intervenções estruturais. Ao fim das obras da cúpula, em 1436, a catedral foi consagrada

O Campanário, que é a torre campanária da catedral, tem quase 85 metros e possui um conjunto de 7 sinos e foi construído entre 1334 e 1359.

Interior da igreja: A planta apresenta 3 naves divididas em grandes arcos que são suportados por colunas monumentais.  Tem 153 metros de comprimento por 38 de largura.  O ponto mais  alto é de quase  90 m de altura,  até o cume da cúpula. Muitos obras encontram-se expostas no Museu dell’Opera del Duomo.

 

O altar do Duomo com a cadeira do bispo ao centro

 

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O crucifixo é obra de Benedetto da Maiano e as portas da sacristão são de Luca della Robbia.

 

Na Catedral é possível admirar um relógio que possui particularidades que o tornam único e um dos mais interessantes do mundo. Seu mostrador foi pintado por um grande artista do Renascimento, Paolo Uccello. O método utilizado para marcar as horas é particular porque vai do pôr do sol ao pôr do sol, o que é chamado como  “hora italiana”,  com o giro do ponteiro em sentido anti-horário e o mostrador dividido em 24 horas em números romanos, com o rosto dos 4 evangelistas nas extremidades.

 

O relógio em sentido anti-horário realizado por Paolo Uccello

Um fato importante que aconteceu no interior da Catedral foi o assassinato de Giuliano de’Medici, que foi vitima da Conspiração dos Pazzi, em 1478. Seu irmão Lorenzo conseguiu se salvar pois se refugiou na sacristia.

A Sacrestia delle Messe, onde se escondeu Lorenzo O Magnífico

 

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Cripta: A cripta pode ser visitada e o acesso é por  dentro da Catedral. O visitante pode conhecer os restos arquitetônicos dos vários períodos, além das lápides e do  piso que preserva um mosaico feito com decorações geométricas.  Nos subterrâneos da igreja fica  o túmulo do arquiteto Filippo Brunelleschi, o criador da cúpula do Duomo.

 

Fachada : A fachada original foi desehada por Arnolfo di Cambio e começou a ser realizada em meados do século 15, com a colaboração de vários artistas.  Permaneceu por muitos séculos sem revestimento. Em 1864 o arquiteto Emilio de Fabris venceu um concurso e apresentou um projeto em estilo neo-gótico para a fachada com mosaicos coloridos. A fachada ficou pronta em 1887 e foi dedicada à Virgem Maria. As portas de bronze foram terminadas em 1903.

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Os revestimentos em mármore foram feitos entre 1414 e 1421

 

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Ao lado da igreja o Campanário de Giotto, considerado o mais bonito da Itália! Ele tem quase 85 metros de altura e 15 de largura

 

Detalhes da porta do Duomo

 

Porta della Mandorla –  Mandorla em italiano é amêndoa, e representa um dos símbolos da virgindade de  Maria. A Porta della Mandorla fica na parte lateral esquerda da catedral. Foi construída de 1391 a 1423, e as esculturas da porta têm um grande valor histórico  porque foram realizadas num período de transição entre as últimas fases do gótico e início do Renascimento, e contou com participação de vários escultores, incluindo Donatello e Nanni di Banco. Seu nome deriva da bela decoração esculpida na parte alta da porta realizada por Nanni, artista florentino que viveu no início do século 15 , que inseriu a figura de Nossa Senhora em uma espécie de grande auréola , na verdade em forma de amêndoa, cercado por anjos e San  Tomaso curvando-se para receber sua estola.

 

 

A cúpula: A cúpula é uma das mais lindas obras de Filippo Brunelleschi.  A cúpula começou a ser construída em 7 de agosto de 1420 e os trabalhos foram concluídos em 1436. Foi a primeira cúpula de grandes dimensões erguida no país desde a Antiguidade sobre uma enorme base octogonal. Se tiver fôlego para subir os 463 degraus, você poderá visitar a cúpula e apreciar a cidade do alto. A altura da cúpula é de 116 metros,  uma estrutura imensa, provavelmente composta por mais de 4 milhões de tijolos.

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A maior e mais bela igreja jamais construída. Era o desafio de Arnolfo di Cambio, arquiteto da Catedral

 

Afrescos e vitrais  – no interior da cúpula a obra o Juízo Final, pintado por Giorgio Vasari e Federico Zuccari, entre os anos de 1572 e 1579.

 

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O afresco da cúpula do Duomo é composto por mais de 700 figuras desenhadas

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O tambor da cúpula possui 43 metros. Os vitrais são os maiores em seu gênero na Itália entre os séculos 14 e 15 e trazem imagens de santos do Velho e do Novo Testamento.

 

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A entrada à igreja é gratis e geralmente forma-se uma grande fila na lateral, principalmente entre os meses de abril e outubro. Mas não desanime e tenha paciência pois a espera não é muito longa

Curiosidades  ligadas ao Duomo

Existem algumas curiosidades ligadas ao Duomo que talvez muitos desconhecem e que vou relatar pra vocês. :

Existe a escultura de uma cabeça touro na fachada,  perto da Porta della Mandorla.  Foi uma homenagem aos animais que colaboraram para a construção da cúpula. Existe, no entanto, outra versão mais curiosa: a vingança de um marido traído. Fala-se que a mulher de um alfaiate (alguns dizem padeiro) da via Ricasoli tinha uma relação com um mestre de obras  que trabalhava na igreja. Descoberto o adultério, o homem traído denunciou a esposa e o  amante ao Tribunal Eclesiástico. Diz a lenda que foi o mestre de obras que colocou a cabeça de touro para lembrar o marido traído  de sua condição.

Parece que no passado havia o costume de dedicar esculturas aos animais para reconhecer seu sacrifício durante a construção de obras de arte, de modo que, entre as decorações de mármore da catedral florentina, encontramos outras gárgulas antropomórficas ou selvagens. Segundo a tradição, a estátua poderia estar entre as homenagens dos construtores aos vários animais de reboque usados para transportar os materiais necessários para a construção da catedral. Existe, no entanto, outra versão mais curiosa e goliárdica: a lenda de uma traição e a vingança original do amante.

Existe uma cabeça de touro na fachada, na direção da via Ricasoli, perto da Porta della Mandorla. Parece que no passado havia o costume de dedicar esculturas aos animais para reconhecer seu sacrifício durante a construção de obras de arte

Outra curiosidade é que o Davi, feito por Michelangelo, foi realizado para ser posicionado no contraforte da catedral.  Devido à perfeição da obra, resolveram colocá-lo em um local mais visível e não tão alto, com mais visibilidade. O posicionamento final foi escolhido por uma comissão que escolheu leva-lo à Piazza della Signoria, em frente ao Palazzo della Signoria, hoje em dia Palazzo Vecchio . Foi só no ano de 1873 que a estátua foi transferida para a Galleria dell’Academia.

Posição original do David de Michelangelo

 

Gaiola de grilos – Em 1506, o arquiteto Baccio d’Agnolo começou a trabalhar para criar uma passarela de mármore ao longo do tambor da cúpula de Santa Maria del Fiore. Depois de construída uma das oito vertentes, a obra não pareceu encontrar um grande consenso. Diz-se que Michelangelo, vendo a intervenção de Baccio d’Agnolo comentou que parecia uma gaiola de grilos. Desanimado com as críticas, Baccio d’Agnolo decidiu abandonar o projeto

 

O lanternim do Duomo e a “Gaiola de Grilos”.  Na foto inferior a marca branca no chão marca o ponto onde a esfera dourada realizada por Verrocchio caiu

Em 1600 houve uma  tempestade forte e um raio atingiu a esfera dourada realizada por Andrea del Verrocchio, mestre de Leonardo da Vinci, que muito provavelmente também ajudou na realização da esfera. No chão, perto do Museu dell’Opera, encontramos o local exato onde a esfera caiu.

 

Outra curiosidade é que provavelmente a cúpula foi realizada com aplicações de medidas matemáticas conhecidas como razão áurea, seguindo a sequência de Fibonacci,  uma sucessão em que cada número é a soma dos dois anteriores. Os primeiros termos da sequência de Fibonacci são dispostos da seguinte forma: 1, 1, 2, 3, 5, 8, 13, 21, 34, 55. Portanto, vamos a alguns  números do Duomo:   o tambor octogonal de apoio da cúpula possui 13 metros, com a lanterna de 21 metros,  34 metros a altura média da cúpula e 55 metros de altura do solo.

 

O Campanário de Giotto, o Batistério de San Giovanni e cúpula do Duomo podem ser visitados no mesmo dia e são atrações a pagamento. A visita inclui também a cripta, que abriga restos arqueológicos das primeiras fundações.

 

Catedral Santa Maria del Fiore

Horários: 10  – 16:60/ 17 h (13:30 – 16:45 aos domingos)

  • podem sofrer alterações de acordo com os eventos

 

Para conferir os horários da missa clique aqui.

 

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